Conteúdo educacional de referência rápida. As definições resumem conceitos amplamente consolidados na prática geotécnica brasileira, mas não substituem a leitura da norma técnica oficial (ABNT, ASTM, DNIT, ABGE) para fins de projeto, dimensionamento ou especificação contratual.
Os principais termos usados em sondagens, ensaios de laboratório, geologia e geotecnia, explicados de forma direta — cada um com link para o serviço correspondente da Suporte.
Sondagens
Ensaio de penetração dinâmica realizado a cada metro perfurado na Sondagem a Percussão, que mede a resistência do solo (N_SPT) e coleta amostra para classificação.
Ver serviço: Sondagem a Percussão (SP) →Número de golpes necessários para cravar o amostrador padrão nos últimos 30 cm do ensaio SPT, usado para estimar a resistência e a consistência do solo.
Ver serviço: Sondagem a Percussão (SP) →Método motomecanizado de perfuração e amostragem contínua de rocha, que recupera testemunhos cilíndricos por meio de barrilete e coroa diamantada.
Ver serviço: Sondagem Rotativa (SR) →Combina percussão (SPT) em solo e rotativa em rocha no mesmo furo, usada quando a investigação atravessa camadas de solo e maciço rochoso.
Ver serviço: Sondagem Mista (SM) →Investigação de campo com avanço por trado manual ou mecânico, usada em solos de fácil perfuração e profundidades menores.
Ver serviço: Sondagem a Trado (ST) →Execução de SP, SR, SM ou CPTu sobre uma balsa ancorada, para investigação geotécnica em rios, lagos e reservatórios de barragens.
Ver serviço: Sondagem sobre Flutuante (SF) →Ensaio de penetração contínua que mede resistência de ponta, atrito lateral e poropressão, gerando um perfil geotécnico detalhado sem coleta de amostra.
Ver serviço: CPTU (Piezocone) →Tubo de parede fina cravado estaticamente no furo para coletar amostra indeformada de solos coesivos, usada em ensaios de laboratório como Triaxial e Adensamento.
Ver serviço: Amostrador Shelby (SH) →Amostra cilíndrica contínua de rocha ou solo recuperada durante a Sondagem Rotativa ou Mista, armazenada em caixas identificadas para descrição geológica.
Ver serviço: Sondagem Rotativa (SR) →Laboratório
Ensaio que mede a capacidade de suporte de um solo compactado, comparando a resistência à penetração com a de uma brita padrão. Parâmetro clássico do dimensionamento de pavimentos.
Ver serviço: Ensaio de CBR e Expansão (CBR) →Parâmetro que mede a resposta elástica de um solo ou material de pavimento sob cargas cíclicas repetidas, principal dado de entrada do método MeDiNa.
Ver serviço: Módulo de Resiliência (MR) →Metodologia mecanístico-empírica oficial do DNIT para dimensionamento de pavimentos asfálticos, que substitui o método tradicional baseado só em CBR e exige o Módulo de Resiliência dos materiais.
Ver serviço: Módulo de Resiliência (MR) →Ensaio que mede o afundamento plástico acumulado (rutting) de um material de pavimento sob ciclos repetidos de carga, executado em equipamento triaxial dinâmico.
Ver serviço: Deformação Permanente (DP) →Ensaio que determina a coesão e o ângulo de atrito interno do solo, rompendo o corpo de prova numa caixa bipartida sob carga normal e cisalhante.
Ver serviço: Ensaio de Cisalhamento Direto (CD) →Variante do ensaio de cisalhamento que avalia a resistência não drenada de solos moles saturados, consolidados no estado geoestático de tensões (K0).
Ver serviço: Cisalhamento Direto Simples (DSS) →Teor de umidade em que o solo passa do estado líquido para o plástico, medido no Aparelho de Casagrande. Um dos Limites de Atterberg.
Ver serviço: Ensaio de Limite de Liquidez (LL) →Teor de umidade em que o solo passa do estado plástico para o semissólido, identificado pelo método dos rolinhos de 3 mm. Um dos Limites de Atterberg.
Ver serviço: Ensaio de Limite de Plasticidade (LP) →Diferença entre o Limite de Liquidez e o Limite de Plasticidade (IP = LL − LP). Indica a faixa de umidade em que o solo se comporta plasticamente.
Ver serviço: Limite de Liquidez (LL) →Sistema de classificação de solos tropicais que identifica o comportamento laterítico ou não laterítico, essencial no dimensionamento de pavimentos em solos brasileiros.
Ver serviço: Classificação MCT (MCT.C) →Determina a umidade ótima e a densidade máxima aparente seca de um solo, nas energias Normal, Intermediária ou Modificada, referência para o controle de compactação em campo.
Ver serviço: Ensaio de Compactação (COMP) →Mede a compressibilidade de um solo saturado sob cargas verticais, fornecendo os parâmetros usados para prever recalques ao longo do tempo.
Ver serviço: Ensaio de Adensamento (ADENS) →Determina a resistência ao cisalhamento e o comportamento tensão-deformação do solo sob confinamento, nos tipos não consolidado não drenado (UU), consolidado não drenado (CU) e consolidado drenado (CD).
Ver serviço: Ensaio Triaxial (TRI) →Determina a distribuição de tamanhos das partículas do solo: por peneiramento (areias e pedregulhos) ou por sedimentação, pela Lei de Stokes (siltes e argilas).
Ver serviço: Granulometria por Peneiramento (PEN) →Geologia
Acompanhamento técnico especializado de campanhas de investigação, verificando procedimentos e critérios para garantir qualidade e rastreabilidade dos dados obtidos em campo.
Ver serviço: Acompanhamento Técnico de Sondagens (ATS) →Formato digital padronizado para dados geotécnicos, que permite a interoperabilidade entre softwares de engenharia e o uso dos dados em ambientes BIM.
Ver serviço: Dado Digital (AGS) →Integração dos dados de investigação geotécnica (sondagens, ensaios, perfis) a modelos digitais tridimensionais usados no projeto e na gestão da obra.
Ver serviço: Dado Digital (AGS) →Geotecnia
Acompanhamento técnico geotécnico durante a execução de uma obra, verificando a aderência entre o que foi projetado e o que é encontrado e executado em campo.
Ver serviço: ATO e CQP de Projetos Geotécnicos →Portal exclusivo com status de avanço, fotos da execução e todos os resultados.