Controle de qualidade em obra dos três materiais mais usados na construção: compactação e CBR in situ do solo, spotcheck de compressão e slump do concreto, e teor de ligante, densidade e compactação do asfalto.
O Controle de Solo, Concreto e Asfalto reúne o acompanhamento em obra dos três materiais mais usados na construção: o grau de compactação e o CBR in situ do solo, o spotcheck de compressão e slump do concreto durante a concretagem, e o teor de ligante, a densidade e a compactação do revestimento asfáltico.
No solo, a preparação da amostra e a determinação do teor de umidade seguem a NBR 6457, a curva de compactação (Proctor normal, intermediária ou modificada, conforme a especificação do projeto) segue a NBR 7182, e a massa específica aparente in situ, base do cálculo do grau de compactação de campo, é obtida por frasco de areia (NBR 7185) ou cilindro de cravação (NBR 9813); quando o escopo exige confirmação da capacidade de suporte, o CBR é determinado conforme a NBR 9895, do subleito ao reforço do subleito, da sub-base à base. No concreto, a consistência é verificada pelo ensaio de abatimento do tronco de cone (slump, NBR NM 67) ainda no estado fresco, amostras são coletadas em pontos representativos ao longo da concretagem e os corpos de prova moldados e curados conforme a NBR 5738, com a resistência à compressão determinada pela NBR 5739 e, quando o projeto estrutural exige, o módulo de elasticidade pela NBR 8522; a aceitação estatística do lote segue a NBR 12655. No asfalto, a mistura ou a camada executada é analisada para determinar o teor de ligante, a densidade, o grau de compactação e a espessura aplicada.
Laboratório determina os parâmetros de referência; campo verifica se a execução está de acordo com eles. Esse controle conjunto confirma que os três materiais mais presentes na obra, solo, concreto e asfalto, estão sendo executados de acordo com o especificado em projeto, reduzindo o risco de recalques, falhas estruturais e não conformidades no revestimento.
Solo, concreto e asfalto acompanhados pela mesma estrutura técnica de campo.
Cada resultado comparado diretamente às especificações técnicas.
A leitura de campo já nasce vinculada ao lote e à camada, sem reconciliação manual entre caderneta e planilha, o que sustenta a rastreabilidade completa e a aceitação estatística por lote.
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