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[Música] Olá, seja bem-vindo ao Exame Infra, o seu podcast que discute o futuro e o presente da infraestrutura no Brasil. Eu sou André Martins, repórter de Brasil e Economia na Exame e ao meu lado está Maurício Malanconi, fundador da Suporte. Tudo bem, Maurício? E aí, André? Tudo bem, graças a Deus. Para mim é um prazer estar aqui novamente. E no episódio de hoje a gente tem a satisfação de receber Natália Rezende, a secretária de meio ambiente, infraestrutura e logística do estado de São Paulo. Natália vai falar um pouquinho sobre todos os programas dessa super pasta, né, secretária? Eh, e a gente vai detalhar aqui o que São Paulo e tem planejado pra infraestrutura. Tudo bem, secretária? Seja bem-vinda novamente a Exame. Muito obrigada. É um prazer imenso tá aqui com vocês, tá aqui no Exame. Para mim é uma satisfação sempre vir conversar, trocar ideias, falar de tudo que a gente está fazendo e tem planejamento também. Isso é importante, esse canal até pra gente passar pras pessoas, mostrar tudo que o estado de São Paulo vem fazendo de uma forma muito planejada, com muita organização. E estar com vocês aqui é sempre um prazer enorme para mim. Prazer é nosso. Obrigado. E antes de começar, vou pedir para você que tá nos acompanhando, se inscreva no canal da Exame. Curta esse vídeo para você sempre receber notificação quando um próximo programa Exame Infra for ao ar ou outros programas da Exame. Secretário, eu queria começar já falando um pouquinho sobre o programa São Paulo para toda a obra, que ele prevê investimento de 30
bi com a modernização de mais de 22.000 1000 km de rodovias no estado. Eu queria saber quais foram os critérios definidos para priorizar as regiões, os trechos que vão receber investimentos e também como que tão a conversa, que a gente sabe que uma parte é pública e outra parte é privada, né? Então o que desse investimento já estavam previstos nos contratos com as concessionárias? O que pode ser eh o que foi incluído ou pode ser eh adicionado? Ah, perfeito. Então, qual que foi o mote do SP para toda a obra? a gente conseguir passar paraas pessoas a visualização da malha de uma forma integrada. Muitas vezes as pessoas passam por determinada rodovia, ela não sabe se é uma SP, se é uma vicinal, aonde que ali é a concessão, como é que as coisas se interligam. E essa lógica de infraestrutura de rede que a gente chama, é muito importante pra gente mostrar investimento. E aí pra gente mostrar todo o investimento que o estado de São Paulo vem fazendo, e aí a gente tá focando em rodovias no SP para toda a obra, a gente achou importante fazer o SP para toda obra, colocar o que que a gente concluiu, o que que tá em execução, o que que vai começar agora e aí com esse horizonte da nossa gestão até 2026. Para quê também? pra gente ser transparente, pra gente conseguir prestar contas. E aí olhando essa integração de malha, tanto o investimento público quanto investimento nas concessões. Uhum. Então, eh investimentos históricos aí muito esperados, como rodo anel, como eh lote
litoral, né? Se você olhar ali SP 088, 98 a 055 que entram dentro dessa nova concessão que a gente já fez o contrato agora do do lote litoral. eh, dentre várias outras que aí a gente tá tentando fazer dessa forma vinculada, com articulação, mostrando inclusive os investimentos que a gente tá fazendo em rodovias, em estradas municipais e que fazem muita diferença, seja para populações locais, seja para escoamento de produção agrícola, de mobilidade das pessoas. Então, um exemplo, quando a gente lançou o programa, a gente já fez autorização, o governador deu autorização para 61 obras em vicinais que ultrapassam R 1 bilhão deais. E aí, aonde que a gente eh focou muito em relação a essas vicinais, estradas municipais, que a gente chama, eh, no Vale do Ribeira, em regiões que t uma vulnerabilidade maior e que a gente precisa colocar investimento, que muitas vezes não cabem em concessões, mas que a gente tem que fazer. Então, vamos fazer, vamos fazer via DR. Então a gente colocou lá obras históricas também muito aguardadas, um acesso à comunidade eh quilombola, por exemplo, em bombas, lá no Vale do Ribeira, eh ali na na região de Barra do Tuvo, de Itaoca, Iporanga, enfim, várias estradas que foram deixadas há muito tempo e que a gente vai fazer porque é importante pr as pessoas na região. é importante para levar mobilidade, escoamento, turismo
também, que é uma região extremamente bonita, que precisa de infraestrutura e que a gente tá levando agora por meio desse programa. Então a gente tá focando na malha de forma geral, tanto deslocamentos, VDMs que a gente fala maiores, o que tem que entrar em concessão, que a gente tá fazendo, quant os pequenos também para olhar tudo. Essa é a diretriz do nosso governador, fazer muito investimento. E esse 30 bi você pode ter certeza que ele vai aumentar cada vez mais, cada vez que a gente inserir uma obra, inserir um investimento, a gente vai colocar para as pessoas nos acompanharem também. Natália, eh, como é liderar uma pasta e com tanto impacto político, né, tendo como governador, como o Benini comentou aqui, um governador que gosta de infraestrutura, né? Eh, quais eh qual que seria os grandes desafios, né, dentro dessa dessa gestão, tendo o governador no seu pé todo dia? É, ah, é maravilhoso. Eh, é um, é um desafio, com certeza. Só que é um desafio que eu fico muito feliz de estar à frente, de conseguir realizar. E a gente só consegue realizar porque a gente tem apoio, porque a gente tem uma uma escuta e uma troca de ideias diárias, como você falou, com um líder, né, muito mais do que um chefe que entende do assunto, que sabe o que tá fazendo, sabe cobrar, sabe eh entender e sabe caminhar junto. Então, isso faz muita diferença. a gente não estaria fazendo tudo que a gente está fazendo se não fosse esse contexto, um contexto que você tem o o Tarcísio como governador, que gosta muito de infraestrutura, que
sabe fazer, que sabe planejar e uma equipe muito dedicada, tanto dentro lá da secretaria, junto com Benini, a gente faz tudo de uma forma muito articulada. Por isso que o nosso programa de parcerias e investimentos começou aí com 220 bilhões de investimentos previstos e a gente já tá com 354 contratados, querendo aí ultrapassar mais de 500 de capc de investimentos previstos para ir os próximos vários anos. E dentro desse contexto para conseguir passar desses 500 bilhões contratados, quais projetos você destaca como principais para conseguir atingir? Se a gente olhar o nosso programa de de parcerias e investimentos, tem eixos muito bem organizados e isso foi uma diretriz lá de trás que a gente trouxe até da época do governo federal quando foi feito o PPI, eh, porque é um hubi de entrada, é uma forma de você organizar bem pros investidores. E essa governança para atrair investimentos é importantíssima, dá previsibilidade, dá estabilidade e confere uma segurança jurídica também para quem quer olhar de uma forma séria o país, o investimento. E aí a gente dividiu parte social, então tem as escolas, por exemplo, tem a parte eh hídrica, que a gente chama até eh concessões, PPPs não convencionais. E aí a gente tá falando eh do sistema, por exemplo, de de sistema adutor ali no PCJ que a gente vai fazer eh uma PPP ano que vem deve estar aí na praça pra gente conseguir olhar as barragens que a gente tá fazendo via pública junto com a sustentabilidade no longo prazo da
adução dessa água pros municípios. Um exemplo só de desassoreamento também, a Sabesp, a a Universalisa, que a gente tá fazendo agora, parte de resíduos sólidos, tem outra outro eixo aqui de logística também muito forte. Então, a parte de rodovias que a gente estava falando dos trensas cidades que foi agora o de Campinas, vai ser o de Sorocaba, tem aí projeto para São José dos Campos, para para Santos também, eh, que o Benini falou um pouquinho quando ele teve quando ele teve aqui com vocês. Eh, então tem toda uma lógica de parcerias, de programa de parcerias com pilares bem fundados e uma governança muito bem estabelecida. E se a gente pegar a Sabesp, são investimentos de R0 bilhões de reais previstos até 2060. E aí a gente tá fazendo agora também, olhando essa parte de saneamento, universaliza. Você perguntou, né, um um destaque que a gente poderia fazer. Eh, eu daria destaque para esses projetos de saneamento básico pela diferença que eles fazem na vida das pessoas. É, é saúde, no final das contas, né? qualidade de vida. E dado o desafio que a gente tem nesse cenário, você ter um programa organizado e com premissa correta, que envolve uma boa regulação, bons contratos, faz muita diferença em setores que ficaram um pouco ali no enxuga gelo ao longo do tempo e isso não resolve problema de saneamento.
saneamento e outras políticas estruturantes mesmo de infraestrutura, você tem que enfrentar de uma forma estruturada, por mais que ela seja mais complexa. Mas é isso que dá certo. Foi isso que deu certo na Sabesp. Secretária, Universaliza, conversamos muito durante a o processo de distatização da Sabesp. Universaliza, ele foi apresentado também como um braço desse processo para municípios que não são atendidos pela Sabesp. Eu queria entender, como que tá esse programa nesse momento, como que tá a articulação com os municípios, eh, quais quais grandes números a gente já tem do universalisa, tá? Então, é, você falou bem, quando a gente estava conversando sobre a Sabespou, bom, olhando os 645 municípios do estado, a gente tem a oportunidade de nos municípios prestados pela Sabesp fazer a desestatização, melhorar a eficiência da empresa e fazer um contrato, uma regulação muito mais robusta. E aí a gente tá com 371 municípios aqui dentro desse contrato regional da Urai 1, da unidade regional de água esgoto, eh com uma resiliência, uma segurança hídrica, muitos investimentos, 260 B, que eu falei aqui até 2060, 69 B até 2029 para de fato universalizar e 4 anos antes. Em agosto de 2023, olhando os outros municípios, a gente lançou Universaliza e aí a gente começou a fazer diagnóstico. é ver como é que estavam os índices, perdas d'água, muitas vezes altas. Isso é um problema,
porque não adianta você olhar, por exemplo, só uma parte da cadeia, olhar, por exemplo, o que acontece lá em Bauru, que a gente faz ajuda com o desassoreamento do rio Batalha, eh, mas a partir do momento que você capta, você perde 50% da água. Então você tem que olhar o saneamento como um todo e não só perfurar poços, por exemplo. E aí a gente veio fazendo isso em todas as unidades de gerenciamento de recursos hídricos do estado. A gente tem 3074 autobacias no estado que a gente tem olhado todas e olhado nos extremos também, na seca, eh, na enchente, porque muitas vezes um município que hoje tem uma enchente amanhã tá sofrendo de seca. E aí essa visão integrada do Universalisa é importante. A gente no ano passado tava com 133 municípios. Com as novas gestões em virtude da das eleições, a gente fez novas rodadas para explicar, para falar de saneamento. E às vezes é um assunto difícil, as competências, o que que entra, o que que tem que fazer. Eh, muitas vezes a gente, né, tem que falar assim: "Olha, não, a gente não pode ser imediatista, a gente não vai resolver o problema do dia paraa noite, mas se a gente fizer bem, fizer junto, a gente consegue resolver o problema". E e aí hoje a gente tá com 217. O que que a gente tá e modelando, fazendo essa eh esse formato de de articulado conjunto? quatro a cinco blocos pra gente conseguir
integrar municípios ali numa numa mesma bacia ou numa mesma área de influência de forma com que a gente eh tenha viabilidade econômico-financeira com o estado participando. Então, a gente eh tem considerado a lógica de PPPs também para, se precisar do estado fechar a conta, a gente entra com contraprestação. E aí é uma coisa que eu falo, é muito melhor o estado colocar recurso num projeto como esse do que sempre ficar furando poço, por exemplo, do que sempre desassorear, que a gente vai continuar fazendo, mas que aí a gente tem que fazer em conjunto com solução estruturada. E aí é o que a gente pretende colocar alguns leilões aí na praça no ano que vem. Já no ano que vem. Essa era a minha pergunta. Então vocês estão nesse momento os municípios que aderiram separando em blocos eh para organizar uma uma licitação de de saneamento para compor os municípios que não estão dentro do da Sabesp, correto? É isso. Bloco de concessão. Você já tem alguma ideia de quanto de capex para viabilizar eh essa universalização no saneamento nessas pequenas cidades ou enfim nessas cidades que não aderiram à Sabesp? Olha, a gente tá falando ali em torno de 20, mais de 20 BI. de significativo, é significativo. E nesse primeiro momento, eh, a gente tá fazendo a lógica, tá olhando governança, eh, vendo como é que a gente vai agregar esses municípios. Então, a gente deve ter até o final do mês que vem, na verdade, a gente já tá em junho, então até o final desse mês, uma nova rodada para mostrar mostrar a
governança, mostrar tudo que a gente levantou e aí com dados públicos, eh, para já conseguir mostrar, falar assim: "Olha, gente, a gente vai ter que vai caminhar dessa forma, eh, vai olhar provavelmente ali uma tarifa regional e aí como é que a gente faz para ter uma uma modicidade, uma uma justiça tarifária? O estado pode ajudar numa contrapartida?" da via PPP. Mas a gente tem que fazer uma governança bem estabelecida, com uma regulação forte, uma regulação como a gente estabeleceu na Sabesp, apropriada pro setor de saneamento. Isso é importante. A regulação de saneamento é diferente da regulação de rodovias, pelo menos quando você precisa de muito investimento, investimentos muitas vezes subterrâneos num cenário como a gente tá hoje no Brasil, que não é universalizado. Então, a gente tem que considerar essas particularidades e e aí a gente eh vai fazer essa governança para depois até o final do ano entrar muito na parte de engenharia também de cada município e daí vem o valor eh correto, mais aproximado desse capex que a gente tá estimando agora com base no nas informações que a gente já tem, enfim, que a gente já coletou nesses últimos anos. secretária, como tornar esses blocos atrativos paraa iniciativa privada, né? Porque a gente conversa muito sobre o desafio desses pequenos municípios, né? Que não, eh, que você falou até de viabilidade econômica financeira, eles não necessariamente vão trazer, né? A PPP é uma é uma é um é uma dessas soluções, mas como vocês estão desenhando para apresentar paraa iniciativa fada e falar: "Ó, daqui é interessante, a gente consegue fazer".
É, a primeira primeira coisa é isso, é você mostrar um um bom contrato, uma boa regulação, eh uma segurança jurídica, uma previsibilidade que diminua riscos. Então isso a gente sabe fazer bem. A gente já tem um histórico de modelagem de contratos, de uma regulação que a gente veio desenvolvendo nos últimos anos até por conta da Sabesp. Então, a regulação que a gente usou no contrato da da URIAIUM, a gente deve replicar para esse, porque é o que a gente entende como uma boa regulação para saneamento. Então, isso gera uma estabilidade boa. Eh, quando a gente fala de de municípios deficitários, e a maioria é sim, principalmente esses agora que a gente tá que a gente tá lidando, eh, ele sozinho é muito difícil ter uma licitação que que atraia bons players. E é isso que a gente tem falado inclusive para eles. Eh, e também não é efetivo do ponto de vista de de recursos hídricos, de um bom aproveitamento eh da da lógica de saneamento. Quando você agrega, você começa a ganhar uma viabilidade, inclusive econômica, financeira, melhor. E aí você começa a ter escala, você começa a a enxergar ali os cursos d'água de uma forma mais efetiva. Vamos fazer o VPL dando negativo. O que que o estado precisa fazer aí? o estado, os municípios, no caso vai ser o estado, porque o estado é o é o ente aqui que tem o maior eh poderio econômico, apesar da da de toda a dificuldade que a gente tá, né, orçamentária, financeira, mesmo assim a gente pode aportar o recurso e aí você tem um projeto que é atrativo pela
governança, pela regulação e pelo aporte que eventualmente o estado tem que colocar e que ele está disposto a fazer isso. Secretária, qual é a dependência do estado de São Paulo e para atingir desse programa para atingir a universalização do saneamento até 203? Bom, então eh a gente tem olhando a universalização, certo? Olhando o novo marco, a gente tem a os 371 da Sabesp que a gente puxou para 2029. OK? Isso é muito significativo, inclusive pra gente despoluir os nossos rios, como é o TT, eh, e esses outros a gente a gente tá estudando para colocar aí o o claro que quanto mais antecipar, melhor, mas pelo menos para cumprir a meta de 203. E isso principalmente para municípios menores, municípios que muitas vezes não tem capacidade de investir ou de fazer uma listação, uma concessão, vai ser imprescindível para cumprir o novo marco. Eu não tenho dúvida. Isso a gente vê uma como realidade no Brasil inteiro. É, a gente tem uma uma necessidade aí falando por baixo no Brasil de mais de 500 bilhões de reais de investimentos. E para isso, pelos estudos, e tem vários estudos sobre isso, precisaria dobrar a quantidade de investimentos em saneamento no Brasil. Ao contrário, a a universalização não vai ser atingida até 203. Aqui no estado de São Paulo, a gente tem investido muito nessa questão de saneamento, tanto pela lógica eh do novo marco, claro, mas muito por saúde mesmo, por qualidade de vida. lá na
Sabesp, na naqueles municípios, a gente fez as contas em relação à externalidade positiva que a gente chama, né? Eh, e falando números altos aqui, imagina você universalizar até 2029, retirar 54% da carga orgânica do TT, o que significa 51% a menos de gás carbônico que a gente sequestra da atmosfera. E isso é de fato estratégia climática de verdade. Isso é meio ambiente numa política pública concreta. Então esses números a gente tenta passar muito também para as pessoas verem a importância e tudo que foi considerado como fundamento pra gente fazer seja a desestatização, seja essas concessões também que a gente tá falando aqui. E olhando, você falou um pouquinho do Tiet, né? Eu queria que a senhora falasse um pouquinho da Integra Tetê. Quais são os os o panorama atual, né? A gente teve, se eu não me engano, tem uma previsão por parte do governo, me corrija se eu tiver errado, de 15 B até 2026. Eh, então hoje qual qual que é o status, né? Como vocês estão fazendo monitoramento, então como que tá o rio Tiet, a saúde, né, do rio Tiet? Sim. É, e a gente tá olhando todo o rio Tietê, então a gente pegou os 1136 km do Tiet e todas as suas particularidades pra gente dividido em cinco eixos que a gente colocou, saber como é que a gente consegue de fato despoluir. É um desafio, é uma coisa que
eu falo, não é do dia paraa noite, mas desde 2023 pelo Integrum comitês de bacias, municípios, pra gente atuar todo mundo junto, todo mundo na mesma página. E aí, seja na parte de esgotamento, que aí entra o contrato da Sabesp, que é muito relevante para isso, mais de 1.5 milhões de conexões que foram contratadas agora, além do retrofit da da ampliação das estações de tratamento de esgoto aí de 24 m³/ segundo para 40 na região metropolitana de São Paulo. E isso faz muita diferença, porque a partir do momento que eu trato aqui o auto Tietê, eu ajudo muito as macrófitas de barra bonita. Por quê? Porque o rio ele ele vai carregando os sedimentos, os resíduos, o esgoto. Então, quando a gente trata no que a gente chama de montante aqui em cima, isso ajuda muito lá embaixo também na Jusante. E isso e a gente investiu muito na parte do do desse contrato do da Sabesp. Exatamente. Pensando na saúde do rio Tietê. Eh, além disso, o que que é uma outra frente muito importante para inclusive mitigar enchentes? É o que resolve 100%, não? Mas mitiga muito, que é o desassoreamento, é aquela retirada de sedimentos que nos últimos 2 anos e meio a gente já passou de 2.8 milhões de m cbicos retirados, que dão aí a gente sempre exemplifica, para ficar mais claro, mais de 186.000 1 caminhões cheios daqui até o Uruguai. Para quê?
Pra gente conseguir limpar o rio também, melhorar e junto com monitoramento que você perguntou. Então, eh, a gente tá dentro desse fórum com o CETESB, olhando a parte de qualidade, a SPÁGAS que a gente transformou numa agência exatamente para melhorar a regulação, fiscalização, balanço hídrico, olhando subterrâneo, superfície, eh, vendo a quantidade e aí com mais pontos. a gente tinha 19 pontos de monitoramento, hoje a gente tem 30, a gente colocou mais quatro agora no no há três meses no Dia Mundial da água pra gente conseguir monitorar, ver, ser transparente. Criamos o site para as pessoas acompanharem e junto com toda uma lógica também de como eu integro mais as pessoas no Rio, como as pessoas têm mais eh orgulho do rio Tiet. Isso envolve turismo, integração, criação de parques que a gente colocou dentro do programa, tanto aqui no alto ali perto de Salesópolis, quanto no baixo que a gente tá fazendo a obra de Nova Vai andava para perenizar a hidrovia, inclusive em época de estiagem. O secretário Roberval Tavares, quando veio aqui da Sabespa, ele comentou exatamente da mancha, da redução da mancha de poluição do Tit, que é pouco perceptível pro paulistano, mas isso tem sido monitorado e tem a redução já tá acontecendo, certo? Ele chegou até comentar aqui no podcast que o Rio Tet eh, em breve, né, diante das ações e dos investimentos que estão previstos eh no no pacote no contrato de concessão da Sabespe, que o Rio Tetê será navegável. Você também tem a mesma confiança disso? Tenho, tenho muita confiança porque tá tudo organizado, planejado, contratualizado, com uma regulação muito forte, uma fiscalização
que a gente tem intensificado. E quando a gente olha, a gente vê uma uma evolução e vê uma um potencial de melhoria muito grande. Então, Salesópolis, por exemplo, onde onde nasce o Tietê, eh, no contrato antigo da Sabespa, a gente tinha 4300 domicílios dentro, mas tinha 3.800 800 fora porque era área rural. E isso o esgoto vai parar em algum lugar. Sim. Então, a partir do momento que você coloca todo mundo dentro de um contrato e olha todo mundo e olha a favela e olha a palafita, é isso é olhar pra despoluição também. É isso que a gente tenta muito passar pras pessoas. Quando você entende todo o contexto, coloca isso de uma forma organizada, contratualizada e já tá tudo contratado. Roberval falou aqui quando ele veio, tá tudo contratado com uma regulação forte que a gente tá em cima para poder cumprir e tem que cumprir e vai cumprir. E aí a partir do momento que você e faz isso, você ataca a fonte. Perfeito. E atacar a fonte é o ponto, porque de novo, a gente tem que parar de enxugar gelo no setor de saneamento. E é isso que o estado de São Paulo tá fazendo. Eu não tenho dúvida nenhuma em afirmar. Secretária, você tá falando muito sobre eh monitoramento, regulação. Assim, assim como o processo de destatização da SABP, o governo também enviou um um projeto de lei que já foi aprovado das agências reguladoras, né, que teve fortalecimento a própria criação da da SPAGAS. Eh, como que você vê o papel dessa esperado dessas agências para além até do atual governo, né? A gestão acaba em 2026.
Você vê que esse esse modelo que foi desenhado, que já foi aprovado, que tá sendo implementado, ele traz segurança jurídica para o o privado vir e falar assim: "Dependente do governo, se é o governo Tarciso, o governo X ou Y, as agências elas estão fortalecidas para e ter a capacidade de aprovar, de monitorar todo toda a questão de infraestrutura no estado? Sem dúvida. E e essa esse era um dos pilares do nosso governador quando a gente montou o programa de parcerias. Para você ter uma boa parceria, você também tem que ter uma boa regulação. E para dar essa segurança jurídica, essa previsibilidade pro investidor, tem que ter uma instituição forte. Então, desde o primeiro momento, a gente tem olhado como é que a gente vai fortalecer as nossas agências. Quando a gente mandou o o projeto de lei complementar, que agora é a lei 1413, a gente viu muito do que a gente inclusive estudou a nível federal por conta da nova lei das agências, os gaps, as lacunas, o que a gente via que dava para melhorar e a gente implementou. Eu não tenho dúvida de falar que a lei de São Paulo é o estado da arte da lei de agência reguladora, porque a gente aprendeu também muito ao longo do tempo com as agências federais. E uma coisa que é importante, por exemplo, é além de falar que a agência é autônoma, é dar o mecanismo para ela ser autônoma. Então, autonomia administrativa, financeira, da administração direta, seja quem for, não
tire os recursos próprios da agência. a gente colocou colocou isso na lei, que ela tenha uma uma flexibilidade pros seus concursos para poder chamar, tem tendo a a parte orçamentária, claro. Eh, então a gente fez de uma forma com que, independentemente quem tiver aqui daqui 10, 15, 20 anos, que é o prazo de um contrato de concessão, que é o que o investidor espera de falar assim: "Poxa, eu tô colocando muito investimento aqui, eu não quero ter uma surpresa no ano 25 do meu contrato". E aí para isso a gente precisa assegurar via contrato e via regulação também. Então as duas agências que a gente tinha, Artesp e ARCESP, elas ganharam muito em mecanismos em eh análise de impacto regulatório que elas estão regulamentando agora, que também vai ser importante para dar mais controle social, mais transparência para todo mundo, para todos os stakeholders. E a gente sentiu a necessidade de o estado de São Paulo, estado mais pujante do Brasil, não tem uma agência de águas. Então vamos vamos transformar o da que tem toda uma história desde 1951, eh focado ali mais em obras de ter sim uma agência de águas. Isso vai fazer muita diferença pro futuro. Vocês podem ter certeza. Porque ter uma agência organizada com agenda regulatória, olhando regulação, olhando balanço hídrico, olhando todo e melhorando isso que vinha sendo feito, mas agora a gente tem mais foco, tem mais governança, tem uma diretoria colegiada, autonomia,
mandato, isso faz muita diferença pra segurança hídrica das pessoas. Ô secretária, o o Benini chamou essa essa parte de dessa estruturação e fortalecimento da agência reguladora como pós-venda, né? Importante ter um pós-venda bem atuante, próximo para que os contratos performem. Mas falando em futuro, além desse pós-venda fortalecido aí eh pros próximos anos, eh o plano de logística e investimento, o PLI, tem como meta 2050. O que que você consegue adiantar pra gente do que tá sendo pensado pela secretaria eh pro futuro da infraestrutura do nosso estado? Isso. Então, eh, a gente sempre tem feito o os nossos as nossas ações, os nossos programas de uma forma muito articulada e pensando não só no curto prazo, não tem como falar em infraestrutura pensando só no curto prazo. E para dar essa segurança que a gente tá comentando aqui pro investidor, pra sociedade, para todo mundo, a gente precisa ter planejamento, organização. Então, eh, a nossa secretaria, como uma secretaria de política pública, a gente sempre teve esse cuidado muito grande e um cuidado das políticas se articularem. A pior coisa que tem é ter várias políticas públicas e elas não se conversarem. Então, quando a gente fez o nosso a nossa estratégia climática, a gente tá olhando até 2050, o plano de energia que a gente fez, primeiro subnacional, que a
gente aprovou ano passado, olhando várias rotas, biometana, hidrogênio, enfim, olhando até 2050, a gente tem uma uma pujância muito grande em logística, infraestrutura, boas rodovias já, mas a gente pode sempre melhorar e pode fazer isso de forma articulada, olhando as concessões, tudo que a gente já tá fazendo e tudo que tem programado. Então vamos deixar isso de uma forma com que a gente faça concatenação também com os os outros planos que a gente tá desenvolvendo. E aí a gente tá também aqui junto com a SPI, junto com as agências, fazendo o PLI, junto com o BID também, que tem nos ajudado pra gente atualizar e deixar tudo pronto, tudo programado, previsto, estimado. Claro, tem coisas que e na previsão a gente coloca já as possibilidades de atualização, porque os cenários podem mudar a depender das realidades. Só que as premissas estão postas, tá tudo bem feito, bem organizado. E isso faz muita diferença para investidor, porque normalmente ele não olha para um projeto só, ele olha pro portfólio, ele olha pras premissas e aí sim ele olha e fala: "Poxa, esse estado tá bem embasado, ele tem planejamento, ele olha não só no curto prazo, não só uma concessão, ele olha o todo uma infraestrutura de rede, os nós que a gente chama os portos, por exemplo, e como é que a gente supera gargalos, por mais que sejam de médio prazo, mas pelo menos tá previsto ali o caminho a ideia, a regulação, a fiscalização. E aí é isso um pouco que o PLI também traz pra gente junto com essas outras políticas públicas que a gente tá desenvolvendo em relação a
projetos de tem um projeto antigo Ferro Anel, né? Eh, não tá, eu não lembro de da atual gestão falar tanto desse projeto como algo que poderia ser implementado, mas eu acho que ele é um exemplo de possibilidades de melhoramento de transporte de cargas e etc. Queria entender que que como vocês olham para esses projetos até em conversa com o governo federal também e como ele também conversa com o PL. Sim. Eh, então a gente tem olhado todo todo o portfólio, tudo que já vem sendo desenvolvido, o Pantel também lá de trás, enfim, todos os os projetos que estão aí no arcabolso pra gente eh conseguir ver prioridades, o que que tem eh impactos mais eh impactos maiores pra sociedade e e o que que a gente tem viabilidade econômico financeira, a parte ambiental, enfim, isso tudo entra dentro do PLI também, a parte de de ferrovias. E aí a gente tenta ter um olhar multimodal, que é importante, porque o Brasil, se a gente for olhar, como outros países também, ficou muito carregado nas rodovias. Uhum. E a gente tem um potencial gigantesco em ferrovia e hidrovia também. Então, o que que a gente fez? Inclusive no nosso PPA, tá dessa forma. nosso plano plurianual, eh, a gente olhou todos os nossos modos de transporte e como é que a gente precisa superar os gargalos deles. Então, em rodovias, poxa, vamos fazer mais concessões, o que não der, a gente faz via DR, o SP para toda obra e coloca drenagem, coloca melhoria de meio ambiente também, enfim, faz tudo concatenado. Em ferrovias, a gente lançou SP nos trilhos, mais de 1000 km e aí muito focado em passageiros, que é
uma competência mais estadual que a gente consegue ter essa ingerência. E aí o TIC Campinas, Sorocaba, as linhas de metrô, tudo que o Benini falou aqui para vocês, junto com o que a gente, claro, sempre tenta auxiliar que quando o governador, ora, então ministro, ora governador, então ministro tava lá que a gente tentou no Ministério da Infraestrutura desenvolver muitas ferrovias no Brasil, porque a gente tem um déficit, a gente tá falando o quê? De 29.000 km, 9.000 ociosos ou inoperantes num país que é continental, que se você for comparar com os Estados Unidos tem mais de 190.000, mais de 89.000 na Rússia, mais de 38.000 na Austrália e que a gente tem uma capacidade muito grande de melhorar as nossas ferrovias e tem instrumentos, tem mecanismos, mas tem que fazer. E aqui no estado de São Paulo a gente tem investido muito nessa parte de trilhos e tem invertido também, é bom a gente colocar aqui porque às vezes as pessoas não vêm tanto, em endrovia. Quando a gente chegou, a gente mapeou todos os gargalos da Hidrovia Tet Paraná. Um principal gargalo que a gente já tinha também conhecimento lá do quando a gente estava no federal era ali em Nova Vaiandava o derrocamento que a gente fala que é uma escavação subaquática que a gente tá fazendo. Começamos em 2023, vamos acabar ano que vem 299 293 milhões para ter 3,5 de profundidade garantir a perenização da hidrovia que em 201425 ficou 22 meses parado. E aí eu paro o escoamento de produtos importantes como soja, farelo de soja, areia, que hoje tá ultrapassando mais de 2 milhões de toneladas ano e que a gente pode chegar
a sete quando a gente acabar com esses gargalos que a gente vai acabar. Isso pro meio ambiente é bom também. Um comboio duplo representa 173 caminhões a menos. E aí a gente consegue olhar a malha de forma integrada, inclusive os nossos portos como Porto de São Sebastião, que a gente tá vendo o arrendamento lá pro fim do ano. E secretária, você falou, vocês já vocês já estiveram lá no governo federal, né? Você falou que falta fazer o que o que você vê, né? O que você como representante do governo do estado de São Paulo pode falar que falta pro Brasil, assim, uma visão mais de Brasil para avançar em ferrovia? Olha, a gente eh tem em ferrovias uma necessidade de eh expansão de malha, de planejamento, de olhar, por exemplo, o que que tem lá no PNL que foi desenvolvido, que já tem inclusive uma lista de ferrovias a fazer e sair um pouco da caixinha e pensar em em inovações, como a gente pensou quando a gente fez a 13448, a lei, e colocou lá um parágrafo, parágrafo primeiro do artigo 25, falando de investimento cruzado para quê? Para desenvolver ferrovia. Então, na época a gente sabia da dificuldade de fazer PPP e esse é um ponto também que eu acho que a gente precisa explorar como melhorar PPPs, garantias, que é uma coisa aqui que a gente que é gargalo pro federal e que a gente tá melhorando aqui no estado de São Paulo, a parte de garantia de PPPs. E sabendo desse contexto, como é que a gente pode num processo de prorrogação antecipada pegar uma parte da outorga ou o delta ali depois de você
retirar todos os custos e em vez de pagar fazer? E foi isso que a gente colocou no contrato de de no aditivo de prorrogação antecipada da Vitória Minas para Vale fazer uma ferrovia. E aí a FICO tá sendo feita hoje por causa dessa inovação, desse mecanismo que a gente criou para desenvolver ferrovia no Brasil. Isso é redução de frete, isso é melhoria de escoamento, isso é é é aumentar o PIB em relação à potencialidade de agro que a gente tem aqui no estado aqui no Brasil e que no estado de São Paulo é muito pujante que a gente tem olhado para ver aqui agora como é que a gente consegue melhorar aí seja em transporte, em logística, em energia, que a gente tem trazido cada vez mais o agro pra gente conseguir aproveitar todos os resíduos e aí fazer economia circular, por exemplo. Então, e tem vários mecanismos que a gente consegue estimular, como, por exemplo, a parte de garantia de PPPs, desses mecanismos, como a gente fez no investimento cruzado lá no federal. E aí aqui no estado de São Paulo, a gente tem traçado essas rotas eh com efetividade para de fato fazer. Secretária, indo pro pro lado de licenciamento ambiental, a gente tem recebido aqui muitos convidados eh e tem virado um tema recorrente à preocupação eh na dificuldade de de alguns licenciamentos ambientais que t represado investimentos no nosso país. Eh, no estado de São Paulo, eh, como é que tá eh essa questão do do licenciamento ambiental, né? O Arnaldo Jardim esteve com a gente, foi o último, a última gravação que a gente
fez, tá publicado para quem ainda não viu a reportagem dele no site da Exame. E ele tem falado também do PL e que tá em votação e a expectativa é que vote antes do recesso. Eh, no estado de São Paulo, você tem uma magnitude de quanto de investimento está travado por ausência de licenciamento ambiental? E só complementando, eh, qualquer posição da da senhora em relação a esse projeto do governo, né? Existe o governo vê com bons olhos a aprovação desse projeto. Então, aqui no estado de São Paulo, uma coisa que a gente investiu muito foi na eficiência e segurança jurídica dos processos de licenciamento. Eh, quando a gente entrou, tinha um estoque grande, tinha mais de 88.800 processos ali no estoque. Hoje a gente tem eh menos de 4.400 entrando mais de 20.000 por ano. Então, a gente conseguiu em 2 anos e meio eh reduzir o nosso estoque, o que significa mais investimentos, que significa você ter um desenvolvimento de fato sustentável, porque aí você tá olhando eh a infraestrutura majoritariamente por meio desses desses empreendimentos, eh, com uma preocupação ambiental muito grande. E como que a gente fez isso? Primeiro, fortalecimento institucional dentro do plano do meio ambiente, quando a gente chegou em em junho de 2020 23, a gente lançou o plano do meio ambiente, a gente colocou um eixo só para fortalecimento institucional. E aí, olhando a CTESB, que é a nossa agência ambiental, tá vinculada lá à
secretaria, como que eu fortaleço a agência, que já tem um quadro técnico com muita experiência e de anos, uma capacidade muito boa. Eh, aí a gente começou a olhar processos, começou a olhar necessidade de mão de obra, fizemos concurso, chamamos 224 novos servidores pra gente conseguir olhar nas pontas também eh mais capacidade de de recursos humanos. Além disso, uma coisa que inclusive tem sido discutida no próprio PL, eh, que aí é importante, eh, a gente falar o que é baixo impacto ser tratado diferente do que você ter um impacto maior. Então, num processo de licenciamento, para você ter responsabilidade ambiental e para você ter eficiência, é importante você considerar as particularidades, as especificidades, o que que é baixo impacto, o que que é médio, o que que é alto. A gente já tá fazendo isso aqui no estado. Então, eh, investimentos em energia solar que vão até 5 MW ali de potência. A gente fez tudo um estudo, a gente viu que paraa renovação não precisaria ter a licença. Isso é bom pro investimento, isso é bom pro meio ambiente. É uma energia limpa, por exemplo. Uhum. E eu não preciso comparar com algo que tem uma uma supressão de de Mata Atlântica, por exemplo, que é que a gente tem que ter uma uma preocupação muito maior. Então essa discussão eh ela tem que ser feita. essa discussão do PL que você falou, é importante a gente ter uma uniformização, é importante a gente
ter um um mecanismo, instrumento normativo que dê essa segurança jurídica, tá? Então é importante essa discussão que tá tendo no Congresso. A gente já vem acompanhando o Pel tá lá desde 2004, 2005 já de muito tempo. Eh, e você ter uma um normativo que confira essa segurança, essa previsibilidade é importante. Agora, eh, tem pontos que a gente sempre tenta contribuir em questão de de preocupação nessa linha que eu tô falando. Então, eh, como é que a gente considera os empreendimentos de acordo com as suas especificidades? Aqui no estado de São Paulo a gente já tá fazendo isso, tanto que a gente tá conseguindo avançar muito em investimento e tá conseguindo avançar com uma preocupação ambiental. Exemplo, outro dia eu fui numa obra do SP para toda a obra em Cabreúva, uma duplicação que a gente tá falando, uma região que que sempre chove muito, tem deslizamento, tem uma quantidade ciclista muito grande, uma é uma região que é tem essa vocação. A gente tá fazendo duplicação em 6 km de 2 e em toda a área o taludamento a gente tá fazendo com hidrossemeadura porque o solo permite. Então é uma solução baseada na natureza junto com uma infraestrutura cinza vendo as particularidades da região. O licenciamento tá olhando isso também, tá olhando, por exemplo, é de compensação da Tamoos as cicatrizes de São Sebastião, que a gente conseguiu nos últimos 2 anos restaurar mais de 200 haares via uma compensação de licenciamento ambiental com uma tecnologia inovadora de drones junto com a hidrsemeadura que a gente tá fazendo em conjunto via Fundação Florestal.
Tô dando esses exemplos para mostrar que o licenciamento é extremamente importante, é um instrumento que pode conferir uma eficiência e uma responsabilidade e que tem que ter essa responsabilidade ambiental eh atrelada ao desenvolvimento. Então, aqui no estado de São Paulo, a gente já tem esses instrumentos, já tem melhorado nossos normativos. A gente ano passado fez eh um normativo para biometano e para biogás, por exemplo, para dar uma segurança jurídica, uma previsibilidade, uniformidade para investimentos em energia limpa de biocombustíveis, que a gente tem uma potencialidade gigantesca aqui pelo setor sucroenergético e de resíduos. O que que eu precisava para poder melhorar essa parte? normas bem feitas, um licenciamento já com diretrizes que precisariam já dar um norte para gente conseguir acelerar essa pauta. Então, a gente estudou, a gente discutiu com a sociedade, levamos pro Consema, fizemos e é isso que tem que ser olhado quando se discute um pele como esse. Secretária, já que a gente passou pro meio ambiente, como essas questões são discutidas dentro dos contratos de concessão, principalmente que a gente olha de rodovia, né? Você citou o caso de São Sebastião, foi em 2023 ou 24, 23, que teve eh uma grande cresção climática, um extremo climático lá. E nos novos contratos, né, teve o lote litoral, teve o novo raposo, tem questões ali de ambientais que o concessionário precisa cumprir, né?
Então, como essa conversa com a SPI, que quais são os principais, talvez instrumentos que vocês incluem nesses nesses novos contratos e também que talvez precisa ser revisto no nos anteriores? Sim. É, a gente faz uma uma articulação muito próxima com com a SPI, com a Artesp, eh, no antes, durante e depois, colocar assim, eh, no antes a gente participa muito das diretrizes mesmo de política pública e aí olhando para essa parte ambiental e de logística, então a gente faz dentro da secretaria com com articulação entre as áreas que a gente colocou, uma sub de meio ambiente, uma sub de logística e daí uma área transversal de sustentabilidade para sempre unir todo mundo. É, e se você olhar nos novos contratos, tem inclusive a previsão do concessionário apresentar em 180 dias um plano de resiliência climática. Eh, então tem já previsões nesse sentido e tem também eh no âmbito do licenciamento, que aí tem ali todas as suas regras, seja pela 140, por pelos pelos normativos que existem hoje, seja aqui pelo que a gente vem desenvolvendo dentro desse arcabos que eu comentei antes. Eh, no sentido de, por exemplo, se você olhar rodo anel, tem lá a necessidade de restaurar mais de 1000 haares. tem 14 passagens de fauna. Então, eh, tem lá no lote litoral, por exemplo, a a olhar ali a os os taludamentos, a, principalmente na Mogibertioga, na 098, o que que a gente precisa fazer de drenagem que o DR fez de uma certa forma quando teve desastre,
mas que agora com um contrato mais robusto de longo prazo a gente consegue eh fazer e amortizar ao longo do tempo. Então tem na parte lá de de que a gente tá estudando também junto com o Banco Mundial nos 135,5 km que não entraram nem nem na Tamoios, nem nessa lote litoral que vai até ali o Km 211 mais ou menos quando começa a lote litoral de vamos pensar eh não só na rodovia, mas em serviços ambientais como um todo. E aí a gente olha a Serra do Mar, o parque que tem ali e a rodovia eventualmente entra como como uma é uma parte da receita pra gente conseguir melhorar os custos e a efetividade da realização de investimento no taludamento como um todo. Isso a gente tá estudando ainda. Então, tanto no antes, na modelagem com diretrizes, quanto no na execução e no licenciamento, a gente tem trabalhado dentro de uma lógica eh muito bem planejada, dentro de um plano, uma estratégia climática, um plano de meio ambiente, eh com os atores que fazem parte. E aí inclui SPI, inclui Artespo, essas obrigações. Sim. Acho que é já já são obrigações que eh o próprio privado entende que são eh necessárias e que são importantes pro próprio empreendimento, porque uma vez que ele faz isso também tem a segurança de que ele vai estar ali coberto ao longo do tempo, seja por um por um desastre,
enfim. Eh, e mesmo dentro do contrato, o que que é importante que a gente fala? a gente precisa da previsibilidade. Então, eh, se você olhar o Túnel Santos Guarujá, por exemplo, tem toda uma uma matriz de risco, uma preocupação com a parte geológica, geotécnica, que dá essa segurança jurídica, dá essa previsibilidade. E em todos os contratos a gente tem tentado fazer isso. Olha, eu tenho uma responsabilidade ambiental, isso é bom para todo mundo, é bom pro concessionário, ele também entende isso, só que eu preciso deixar as coisas previsíveis. Esse é o ponto do investidor. Não pode também deixar uma e eh obrigações muito vagas, algo que cause uma incerteza e fale assim: "Poxa, daqui 10 anos, se acontecer alguma coisa, como é que vai ser o risco?" Isso é uma coisa que a gente discute já de muito tempo. A partir do momento que você faz uma boa matriz de risco, um compartilhamento de risco quando é necessário, você garante que o investidor sabe o projeto que ele tá entrando, sabe o que ele tem que fazer dentro do licenciamento, ele também já sabe o que ele vai esperar. a licença, os condicionantes. E isso é uma coisa que a gente tenta deixar muito clara, é da clareza, é da previsibilidade. Acho que esse é o ponto principal pro investidor. Secretária, eh a secretaria lançou após os eventos climáticos lá em 2023 no litoral norte, uma plataforma de monitoramento em tempo real. Como que tá o desempenho dessa plataforma? Ela tem ajudado a dar gatilhos de alerta? Eh, conta um pouco pra gente como que tá o status atual desse monitoramento. Sim.
Então, uma coisa que até o nosso governador eh pediu pra gente foi, olha, vamos fazer o o São Sebastião, um case pra gente conseguir olhar também o resto do estado, eh, e ver boas práticas, medidas de prevenção. Acho que esse é o ponto principal, é a gente trabalhar cada vez mais na prevenção nos dois extremos, tanto na seca quanto nas enchentes. E aí, muito nessa linha, a gente começou a desenvolver essa plataforma. com os vários dados que a gente já tinha e agregando também uma coisa que tem nessa plataforma, que é a parte geológica geotécnica, porque muitas vezes eh chove mais em determinado local, em determinado solo, que às vezes consegue enxugar que a gente fala vai a água ela percola, você consegue reter mais essa água em determinados solos do que em outros que muitas vezes chove menos, mas ele não tem essa essa retenção e e essa diferença é muito importante pra gente conseguir saber eh primeiro dos locais, se se preparar, colocar as nossas equipes para fazer e eh ações para não deixar acontecer o desastre. E é isso que a gente vem fazendo, por exemplo, ali, eh, na própria 05, ali no no litoral, perto de Ubatuba, junto com DR, aonde não tanto com as concessionárias quanto com DR, de poxa, a gente tá vendo que tá tendo uma um percolamento maior da água no solo, ela tá retendo mais,
tem uma previsão de chuva X, a gente cruza os dados e já emite antes pra gente eventualmente ir uma equipe, seja concessionária, seja DR, fazer uma interdição, fazer uma melhoria, fazer um reforço. Então, eh, a gente tá fazendo isso, tá intensificando agora com o BID também junto com o nosso Instituto de Pesquisas Ambientais, UDR, eh, e muito ali focado no litoral. E aí é uma coisa que a gente quer estender também para outras regiões nessa lógica de fazer um piloto, deixar uma base de dados já bem consolidada e aí conseguir replicar para outros locais. Isso dentro das concessões, via DR também, eh, e de uma forma com que a gente consiga trazer cada vez mais essa agenda climática para as pessoas enxergarem, enxergarem com ações. Acho que isso é importante. Até a parte de ressaca a gente colocou também. Então, quatro dias antes a gente tem um um acionamento, quando a gente vê que tem ressacas, essa plataforma nos ajuda também pra gente passar pra Defesa Civil e a Defesa Civil estadual para as defesas civis municipais. Então tem todo um protocolo pra gente ajudar em tudo, todo, tudo que for necessário para prevenir. Secretária, a gente tá caminhando pro final da nossa conversa, né? Muita coisa, como eu falei, como é uma super secretaria, são muitos assuntos. Eh, eu queria, antes da da gente ir para as últimas a última pergunta, queria perguntar um pouquinho sobre a modernização da travessia São Sebastião, São Sebastião Ilhabela. Eh, considerando os investimentos recentes que foram feitos, eh, planos de de PPPs,
como que tá eh eh quais são os principais objetivos do governo do estado nesse projeto, né, nessa travessia? Sim. Então, é, esse foi um assunto que quando a gente eh teve contato lá na transição até e a gente teve um cuidado para fazer um planejamento bem bem robusto, porque de fato as travessias estavam estavam precárias e em todas elas a gente foi olhando o que que precisaria ser feito. E aí a gente começou a atuar tanto na parte da infraestrutura quanto da parte da das embarcações. É, nos últimos 2 anos e meio a gente fez reforma de uma balsa a cada dois meses, para falar assim. Então, mais de 200 milhões de investimentos tanto na reforma. E aí é uma questão de segurança também, porque de cinco em 5 anos a gente precisa tirar para poder reformar e Doc, enfim, todo um cronograma que a gente fez cumpriu bem a risca. Eh, além dos estações de de eh de travessias de Vicente Carvalho, Santos Guarujá, enfim, no sul, Ari também, Cananéia, São Sebastião Ilhabela, as oito que a gente tem, além de Paraaibuna, que a gente colocou quatro novas quatro novas embarcações lá e a parte aqui da da IMAI também. Eh, e aí, qual é qual foi a conclusão que lá desde o início a gente já chegou e que agora a gente tá a gente caminha paraa conclusão?
Eh, a gente vai melhorar, vai investir, vai olhar a questão de segurança. E enquanto a gente faz todos esses investimentos que passam de 200 milhões, a gente precisa ter um modelo contratual mais eficiente, porque hoje a gente tem diversos contratos com a iniciativa privada também, mas de uma forma com que eu não eu não consigo ter eficiência máxima. Eles não estão centralizados, eles não tão, eles estão na secretaria, só que eu não consigo, por exemplo, ter a eficiência de uma operação junto com uma manutenção, junto com arrecadação, junto com de falar assim, são empresas diferentes, né? São empresas diferentes, são contratos diferentes, são indicadores diferentes. E para eu ter um contrato mais eficiente, eu precisaria fazer uma parceria público-privada de forma a colocar mais investimento, amortizar ao longo do tempo, trazer indicadores de redução de fila, eh olhar a qualidade na prestação dos serviços que a gente tem nesses contratos, mas que a gente precisaria fazer de uma forma mais organizada. Uhum. E aí a gente começou a modelar a parceria público-privada. A gente aprovou na semana passada no conselho do do PPI eh 1.4 B de investimento depois das contribuições, depois de audiência pública, oito travessias, oito travessias, Paraibuna também o reservatório e a região metropolitana aqui de São Paulo, onde hoje a IMAI presta. Então a gente vai passar para para essa concessão, uma concessão patrocinada, 80% de aporte do estado, que aí a gente passou também na Assembleia pela obrigação eh legal que a
gente tem que fazer isso. E eh a gente quer fazer o leilão no no segundo leilão contrato no segundo semestre pra gente já ter esse novo contrato de 20 anos, fazer a troca das embarcações por embarcações elétricas. Isso é muito bom pra operação, é muito bom pro meio ambiente também. A gente tá falando aí de 18.000 toneladas ano que a gente sequestra quando a gente faz essa troca. E e querendo ou não, as coisas estão vinculadas. Por isso que é importante a gente ter um um planejamento articulado. A travessia é um ótimo exemplo disso. Então, a gente vai ter mais investimento, mais eficiência, redução de filas, que é o que a gente procura, qualidade, conforto para as pessoas e vai melhorar o meio ambiente também por essa troca que aí a gente vai fazer escalonada ao longo dos anos até o ano set. Secretária, última pergunta aí. Acho que é uma pergunta até um pouco mais difícil de se escolher, mas dentro da sua gestão, qual que é a principal marca que você acredita que está deixando pro paul pro cidadão do estado de São Paulo? Difícil, hein? Ai, olha, eu acho que eh bom, de uma forma gerencial, acho que essa parte de planejamento de articulação é muito importante pra gente deixar essas todas essas políticas públicas conversando, transporte, logística, energia, saneamento, eh, e de projeto, os projetos de saneamento são muito emblemáticos pra gente pela necessidade histórica de investimento nessa área. Então eu acredito que o projeto da Sabesp, que não tá ganhando o prêmio à toa, é um é um diferencial que
sinceramente acredito, espero, já tenho visto eh inspirar outras iniciativas, porque a premissa é correta, ela é muito boa e quando a premissa é correta, a execução tende a a ser de de bastante qualidade. Então, eh, esses projetos de saneamento, eu acredito muito, acredito que vai fazer muita diferença para as pessoas, para saúde, paraa qualidade de vida, pros rios, pro nosso meio ambiente. E espero que que sirva assim de exemplo de referência, porque eles consideram uma regulação, um contrato muito adequado e a gente precisa considerar isso para avançar no saneamento no Brasil. E isso é avançar na saúde, qualidade e vida das pessoas de verdade, de forma concreta. Secretária, antes de terminar, a gente vai ter a semana do meio ambiente. Eu queria saber se a senhora consegue adiantar algum anúncio relacionado à transição energética, meio ambiente, infraestrutura. O que você pode falar pra gente? Então, a gente vai ter, a gente tá tendo já uma série de de eventos essa semana no na quinta-feira, fica o convite aqui. A gente vai fazer uma um evento de de lançamentos de várias iniciativas bem interessantes que a gente tá fazendo lá na na secretaria, desde parte de fauna a biometano, a transição energética que você falou. E essa é uma área que a gente tem estudado muito, planejado muito, feito muito aqui no estado, porque tem uma potencialidade
gigantesca. A gente triplicou a quantidade de de produção de biometano aqui no estado com eh dentro de aterros, por exemplo. Então, a gente tava produzindo 30.000 m³ dia. A gente tá vai passar para 100.000, já passou para 100.000 e tem uma uma potencialidade de 6.5 5 milhões de m c representa 50% da necessidade da indústria. E uma das coisas que a gente vai inclusive entregar, dando spoiler aqui já, eh é o estudo disso que a gente fez com a FIESP. Então, a gente vai entregar pro governador mostrando esses números eh da onde que vem isso. Então, é uma grande parte do setor sucuro energético e uma parte de resíduos sólidos. E aí entra até o Integra Resíduos que a gente tá fazendo também agregando os municípios. A gente tá com 12 consórcios. Vamos começar nessa primeira onda aqui com três blocos, por exemplo, ali na região metropolitana de Campinas para olhar da triagem em diante como é que eu valorizo o resíduo. E uma das formas é inclusive a geração de de biometano. Então, a gente deve eh fazer esse esse lançamento, fazer um a gente tá já tá pronto, a gente vai mostrar lá um aplicativo de biometano que interliga ali os plays, os stakeholders para ajudar cada vez mais a gente enxergar essa rede de biometano no estado e parcerias internacionais que a gente tá preparando aí para anunciar na quinta-feira, eh, de estímulo ao biometano, inclusive com esses investidores, olhando aqui pra nossa rede, para nossas melhorias regul ulatórias que a gente tá fazendo para,
por exemplo, jogar biometana no grid, que mistura 100% com gás, é um pouquinho diferente do do hidrogênio que a gente tá estimulando também. Eh, olhando a particularidade de cada um e como é que a gente cada vez melhora a nossa eh matriz renovável, que já é bastante, né? A gente tá falando de mais de 60% aqui no estado de São Paulo. Se você olhar na Europa, tem países que querem chegar a 2030 até 2030. a gente já tá em 60 e a gente vai melhorar ainda mais. Queria agradecer o Maurício por mais uma condução de entrevista, pela parceria de sempre e agradecer a secretária mais uma vez. Se eu tiver uma mensagem final, secretária, fica à vontade. Primeiro agradecer o convite, a oportunidade de estar aqui com vocês. É sempre um prazer enorme. Tem muito assunto, muita coisa boa pra gente falar, vários desafios que a gente tá tocando na ferida para poder resolver. E acho que é é assim que a gente trabalha com muito com muito empenho, com muita organização, planejamento de uma forma articulada, olhando pras pessoas, então olhando como é que eu consigo melhorar a eficiência na prestação dos serviços, como é que eu atraio bons investidores plays que querem se somar a todo esse planejamento que a gente tá fazendo aqui, que o nosso governador desde o primeiro dia colocou pra gente fazer e fazer com qualidade. Então, acho que uma coisa que o estado de São Paulo tem mostrado muito é que ele realiza, ele realiza de uma forma planejada, com qualidade, junto com a iniciativa privada, trazendo bons players. Isso fica nítido em todo o
leilão, em tudo que a gente faz, toda a boa regulação que a gente mostra, inclusive com prêmios internacionais. E não é por acaso, é fruto de muito trabalho. E que só deixo aqui a a a palavra de que a gente a palavra é ação de que a gente tem feito e vai continuar fazendo muito aqui pelo estado de São Paulo, seja na Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e nas demais também, porque a gente faz tudo muito junto e sempre um prazer. Portas abertas na secretaria. Quando vocês precisarem, só me chamar que eu apareço aqui e ficem convidados também ali pro nosso Dia Mundial do Meio Ambiente, todas as todos os eventos que a gente faz lá na secretaria. Obrigado, secretária. Daqui a pouco você vai pedir música, né? Que senão ser a terceira vez que você vai estar aqui na exame. Eu quero, hein? e agradecer você que nos acompanhou até agora, pedir para você se inscrever no canal da Exame, curtir essa entrevista, curtir esse vídeo para você sempre ser notificado sobre as próximas entrevistas, programas da Exame e também para você acessar o site da Exame, acessar a nossa editoria especializada em infraestrutura para ver todas as novidades de leilões, de novos investimentos tanto do de São Paulo, de outros estados do governo federal. Então, até a próxima. เฮ