Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio do episódio. Pode conter pequenas imprecisões.
[música] Olá, sejam bem-vindos a mais um Exame Infra, seu podcast que discute o presente e o futuro da infraestrutura brasileira. Sou André Martins, repórter de Brasil e economia na Exame. E ao meu lado tenho tem o Rafael Balago, repórter de macroeconomia e internacional na Exame. Tudo bem, Rafael? Tudo bem, André? Obrigado pelo convite aqui, minha minha estreia no examin e também como sempre Maurício Malanconi, CEO da Suporte. Maurício, tudo bem? Tudo bem André. Sou Maurício Malanconi, fundador da Suporte. É um prazer estar aqui novamente, André. Ótimo. E no episódio de hoje a gente recebe Pedro Muniz, ele que lidera o grupo Quadrante, que é uma multinacional de engenharia que atua em vários projetos de infraestrutura no Brasil. Pedro, seja muito bem-vindo a Isame Infra. Muito obrigado, André. Olá, Rafael, Maurício, sempre um prazer te encontrar. Nós gostamos da área técnica. Assim, é um mobilidade para mim é uma paixão. Então, desde pequeno, então assim, falar sobre mobilidade é sempre algo muito prazeroso e estou muito feliz de estar aqui com vocês. E para começar a nossa conversa, eu queria que você falasse um pouquinho sobre o grupo. Eh, vocês eh chegaram no Brasil em 2011, se eu não me engano. Eh, qual que é a atuação do quadrante dentro das discussões de projeto de infraestrutura?
Legal. Vamos lá. A Quadrante é uma empresa eh de origem portuguesa, é um grupo de empresas de origem portuguesa focado em engenharia consultiva. Nós estamos em 20 países no mundo com três grandes verticais de atuação. Mobilidade, nosso principal, mas energia e cidades sustentáveis. Hum, aqui no Brasil nós estamos realmente desde 2011, ah, ou seja, são 15 anos de país, 150 pessoas e conseguimos atuar em todos esses setores dentro do Brasil. mobilidades para nós é ferrovias, rodovias, portos, aeroportos, então tudo o que envolva qualquer que qualquer que seja movimentação, qual é que seja a infraestrutura dentro do nosso país, é algo que a gente está atuando. E se fala um pouco mais pra gente sobre a importância do projeto, né, para obra, às vezes a a obra traza, tem alguma questão, o quanto que isso se leve às vezes a falha de projeto e como evitar, né, que isso aconteça e faça esse projeto mais bem feito. E aí, antes de você responder o Rafael, só eh explica, a gente tem uma audiência qualificada, mas explica também para quem não entende tanto de infraestrutura o que quea essa consultoria consultiva que a Quadrante faz. Pronto, a quadrante ela atua na fase de primeiro na fase de pré-leilão. Nós podemos atuar com as concessionárias, com as construtoras que estão
interessadas em alguma conceção para fazer o projeto realmente ser viável e e estar seguro e nas normas técnicas e também fazer realmente a engenharia consultiva que é o projeto de execução de do realmente da infraestrutura, da obra, do ativo. OK? Ah, mas respondendo à tua pergunta, Rafael, humã, a quadrante hoje sente que o mundo está mais instantâneo, o mundo está mais rápido, que o projeto tem que ser mais rápido. Então, nós investimos a grande a grande que nós acreditamos que sejam os grandes pilares para um projeto bem-sucedido são três. O primeiro, inovação. Então nós trazemos tecnologia BIM, automação, rapidez para o nosso para o nosso processo. O segundo realmente é as são as pessoas, a capacidade que a gente tem de ter pessoas qualificadas, de dar experiências às pessoas. Ah, quando a gente tem várias experiências internacionais, nós falamos de dar experiências às pessoas aqui no Brasil para fora, de levar as pessoas daqui do Brasil para programas internacionais, onde elas ficam três meses, por exemplo, trabalhando no escritório da Quadrante fora do Brasil. Isso isso o que é que nos traz de segurança para os nossos
projetos aqui no Brasil? trage a experiência, a forma de fazer diferente, soluções diferentes que permitem realmente o nosso projeto primeiro ser mais rápido, não com mais qualidade e com soluções que trazem uma melhoria de capex ao nossos clientes. OK? Então, nós temos todo o nosso terceiro pilar, obviamente, é comunicação. Nós nós acreditamos que os grandes erros de projeto ou as grandes falhas de projeto do passado são maioritariamente por erros de comunicação, falhas de comunicação entre clientes, entre a execução, entre projetos. Então, nós damos várias formações à nossas pessoas em comunicação para que os nossos projetos estejam rápidos, ágeis e que e que e que respondam à demanda que você acabou de falar. Ô, Pedro, eh, nós temos recebido aqui muitos convidados, né, e todos destacam o momento que nós estamos vivenciando de pico de capex. O setor tá preparado para projetar tudo isso? Olha, é uma excelente pergunta, Maurício. Sinto que você também sente isso. Ah, sim, o setor está preparado. Nós estamos com setor muito mais maduro. Nós comparando o quadrantes participa das de concessões, por exemplo, rodoviárias desde o início, desde 2000 2012, desde 2013, concessões até anteriores, mas nós já estamos nesse mundo há há algum tempo e nós sentimos
que o mundo está que o que esse setor está muito mais maduro, principalmente regulatório, e que também as soluções técnicas estão muito mais inovação na tecnologia na na nojetoista está muito mais aprimorada para ser mais rápido, para dar uma resposta mais rápida. Obviamente que nós enfrentamos ainda um desafio de, principalmente de mão de obra, de realmente termos continuidade, crescimento para realmente dar conta de todo esse capex. Então, todos esses programas que nós trazemos, toda essa forma de trazer experiências internacionais, formas de fazer diferentes, formas de fazer mais rápido, inovação, são muito importantes realmente para nós estarmos preparados para dar conta desse crescimento, para dar conta desse capex, desse capex alto que nós estamos vivendo aqui no Brasil, que é muito bom para todos. E nesse contexto de Capex alto, a gente tá vendo eh projetos até mais complexos do que o Brasil é acostumado. Eh, como que você vê esse momento pensando nessas discussões de concepção para você? O Brasil, eu sei que eh tem muita diferença dependendo do modal, né? Rodoviário já tem uma uma maturidade maior, outros não. Mas você acha que o Brasil ele tá chegando num ponto que tá mais acertando do que errando na construção desses projetos? Eu acredito que sim. Eu eu eu minha
experiência profissional, eu trabalhei em três continentes diferentes, Oceania, Europa, América Latina e trabalhei com profissionais de vários países. E eu acredito muito na engenharia brasileira e eu vejo muito potencial na engenharia brasileira. As nossas faculdades, nós temos faculdades realmente muito boas, muito boas no Brasil. E os nossos profissionais aqui, nós usamos os nossos profissionais aqui do Brasil, nós quadrantes, para experiências lá fora, para fazer para para executar projetos lá fora, junto com equipes internacionais. E o grupo Quadrante acredita muito nesse potencial do Brasil. Então, eu acho que nós temos toda a capacidade de formação, capacidade intelectual para executar qualquer tipo de projeto e qualquer complexidade aqui no Brasil. E nós estamos realmente chegando no na ponta do que é o a qualidade de infraestrutura que que vivemos lá fora também. É, Pedro, queria que você falasse um pouco mais sobre como que é essa interação entre equipes de vários países, né, equipes do Brasil, em outros lugares, e como que também que isso serve para ajudar a reter mão de obra num cenário que tem alguma escassez de engenheiros no Brasil. Boa pergunta. Nós temos dois dois grandes programas. Temos vários, mas esses são os principais. O primeiro chama-se Exchange Program. Então, as nossas pessoas, nós temos escritórios em em mais de 10 países e as nossas
pessoas, nós damos a chance às nossas pessoas passar 3 meses num escritório, à preferência delas para um projeto específico. Então, as nossas pessoas se deslocam internacionalmente para trabalhar com outras equipes noutros escritórios, em projetos que normalmente não estariam fazendo no seu habitar natural, que é o escritório onde eles estão original. e eles acabam aprendendo a fazer de forma diferente, aprendendo a fazer projetos que têm que são de ponta, projetos que são de outro tipo de modais, que que acabam trazendo isso não só para os nossos clientes aqui no Brasil, ou seja, trazer essas experiências para os nossos projetos que fortalece a relação com os nossos clientes, mas também para a vida para a vida profissional deles, para crescimento, para serem mais preparados, para serem para serem eh profissionais mais bem-sucedidos. Isso ajuda, obviamente no no talento, as pessoas, no na retenção do talento. As pessoas acabam enxergando isso como um diferencial na vida profissional delas. Outra eh capacidade que a quadrant tem de trabalhar como uma multinacional, que é nós algum algum se nós sentimos que tem uma expertise num equipa e eh no Brasil, uma especialidade no Brasil, por exemplo, obras de arte, pontes, viadutos, que pode ser replicada em algum projeto fora do do Brasil, a nossa
equipe de pontes de viadutos aqui no Brasil já fez fer fez obras de arte para uma ferrovia na Nigéria, já trabalhou em estações do metrô do Porto em Portugal. Então, isso permite uma uma distribuição geográfica da experiência deles que eles teriam que ter uma movimentação internacional para terem. Então isso é outro programa que realmente ajuda também a reter o talento e que não só ter talentos dá realmente uma uma expertise, uma bagagem às nossas pessoas que é diferenciada. Hum. Ô Pedro, eh a gente aqui também no podcast tem recebido alguns estruturadores de projeto, né? você comentou com a gente que eh que vocês ajudam alguns grupos interessados nesses estudos dos editais pré-leilão. Exatamente. Eh, dentro desse contexto e com essa experiência aí no Brasil de praticamente 15 anos trabalhando no Brasil, vocês têm notado a melhoria na estruturação desses projetos, né? Todo mundo que, né, muitos que vêm aqui comentam das matrizes de risco, de um maior equilíbrio nesses projetos, né, para atração de investidores. Você conseguiu vivenciar isso mesmo ao longo desses 15 anos? Sim, sim. Eh, eh, realmente a gente nós
estamos vivendo um momento, um dos melhores momentos das últimas décadas de principalmente o vosso setor rodoviário e nós sentíamos o qual é o que é o grande KPI que nos faz realmente acreditar nisso? A entrada de de grupos externos, novos players, nós estamos sentido, portugueses, franceses, espanhóis, americanos, fundos de investimentos externos. Isso é isso é fundos de pensões, assim. Ah, nós e e nós estamos sendo abordados por novos players interessados, querendo saber mais. E isso é isso é sinal de uma maturidade do sistema, é sinal que o sistema tá mais preparado, que os contratos estão mais seguros, que os contratos estão muito mais profissionais. E nós, nós Brasil precisamos realmente que seja assim. Precisamos de trazer este investimento privado para que para que o mercado continue crescendo, o mercado continua estável, continue com capex, para que nós conseguimos trazer realmente investimentos para o Brasil, que seja, como você falou antes, de de de relevantes para a infraestrutura nacional, sabe? E então nós sim, eu acredito que hoje nós temos uma estrutura, uma estruturação de projetos muito mais preparada para os desafios que é um projetos de infraestrutura. E
Pedro, você acha que o investidor eh esses atores que principalmente hoje a gente vê muitos leilões com consórcios participando, então tem um um fundo de investimento com uma empresa de com uma construtora, etc, operadora. Você acha que o investidor ele valoriza esse momento de do do projeto tá mais maduro, tá melhor, tem uma qualidade em eh comparação com a questão de custo, né, de gasto que ele pode ter. Então você acha que as duas coisas conseguem caminhar? Investidor [roncando] valoriza isso? Sim, nós sentimos que sim, porque cada vez somos mais abrudados também. E e também esse é um diferencial da quadrante. Nós para esses nós somos uma empresa internacional que trabalha com muitos dessas empresas, muitas dessas empresas que estão vindo para o Brasil e em outros países. Então passar essa confiança também, Maurícia já responder um pouco mais a tua pergunta a passar essa confiança a fundo em fundos e a empresas que nós já trabalhamos lá fora, empresas que nós já conhecemos, sabemos a forma de trabalhar para o cenário nacional Brasil, é importante também que tenhamos essa que tenha esse diferencial quadrante. Nós já trabalhamos com vocês lá fora, vamos vos mostrar como é que é o Brasil também aqui e como vocês podem ter confiança e os projetos são
estruturados e estão mais mais regulados. Mas sim, cada vez mais, ainda mais ainda mais porque nós estamos entrando numa fase de leilões que que precisam realmente ter uma segurança no CAPEX. O Capex não, um dos grandes riscos é um CAPEX subestimado ou uma demanda hã hã erroneamente calculada. Então, cada vez mais a engenharia ela precisa estar desde início no processo e os fundos estão enxergando isso. Nós somos contratados por vários fundos também para fazer esse estudo préilão, este estudo de viabilidades, porque o capx tem que estar seguro e não só o seguro, também o ser mais competitivo possível, porque o objetivo de fundo no final é ganhar o o leilão, né? Então, trazer essas soluções internacionais, trazer essa experiência, trazer essa bagagem acaba ajudando a ganhar o leilão também. Você falou essa questão de estudo de viabilidade e também de capacidade de fluxo e tudo, é como sido possível ficar mais preciso nesse cálculo, né? Porque tem muitos projetos que estão questionados que, ah, talvez não tenha demanda esperada, enfim, como afinar esse esse tipo de estudo. Certo. Pronto. O o um por exemplo, falando de um projeto rodoviário, o grande o grande a grande relevância do custo de um projeto rodoviário é muitas vezes a manutenção, ou seja, toda a estruturação de manutenção e conserva de pavimento, recuperação de pavimento. Então, a
engenharia e e o capex também se o investimento de melhorias. Então, a engenharia ela traz soluções para que você possa realmente prever, ter segurança e ainda trazer uma estrutura, uma estratégia para recuperação e manutenção para os próximos 30 anos. E isso permite você ter uma previsibilidade em relação à aquilo que vai acontecer. E isso traz, obravés da engenharia, através da inovação, através de estudos, através de levantamentos de campo, que permite realmente o investidor fazer um investimento inicial para que tenha essa segurança. OK? essa a capacidade de demanda. Nós estamos entrando em leilões que que precisam realmente ter um pouco mais de de garantias públicas. Então, nós estamos estudando, ver o Brasil estudar possibilidades de ter hã renda garantida mínima e e de ter algum tipo de aporte público em relação ao processo de licitação, eu também entendo que é uma maturidade do sistema e é algo muito prazeroso de de estar vivenciando. OK, Pedro, nós temos aqui também falado bastante sobre tecnologia, né? Rodovias eh rodovias conectadas, eh, digitalização, dados, o quanto eh nos projetos eh já tem incorporado essa cultura de dados. Sim, nós, como a gente
falou há pouco, a demanda para agilidade, a demanda por rapidez, porque nós estamos vivendo um mundo, um mundo realmente intenso de de projetos de engenharia, ela é cada vez maior. Então, nós precisamos trazer inovação e automação para os nossos processos. Vou te dar um exemplo, Marí Quadrante já fez, sei lá, 1000 projetos de de rodovias. Por que não hã trazer um bote que consegue enxergar eh e trazer famílias e trazer elementos de projeto dos dos todos os projetos que a Quadrante já fez já fez no passado. Trazer e no e os nossos engenheiros, a nossa a nossa mão deobra, ele gosta, tem prazer em conceber soluções e não e não no braçal realmente de produzir alimentos de de execução. Então, se nós conseguimos trazer automação para o nosso processo onde e conseguir colocar os nossos a nossa engenharia focada na concepção, que é onde realmente está o ganho de capex, é o é realmente onde nós enxergamos que tá o ganho de agilidade, de rapidez e de inovação. Pedro, entre os projetos que quadrante participou de alguma forma, acho que um dos que você pode falar é o Túnel Santos Guarujá. Legal. Eh, é um projeto gigantesco, demorou anos para realmente acontecer o
leilão e a gente já já vê avançando todas as fases para que se comece a obra de fato. Eh, olhando para esse projeto como um todo, eh, quais são os principais desafios técnicos? Muito se fala sobre o Porto funcionar enquanto você vai fazer aquela obra. que eu ouvi de muita gente da Artesp eh, aqui do governo de São Paulo e da própria Mota Angel que venceu o leilão, é que é um é uma construção que acontece muito na Europa, em outros países, mas aqui no Brasil é inédita. Então eles não têm tanto receio eh dessas dessas possíveis dificuldades. Mas como que você vê isso na realidade e qual que foi o papel da quadrante dentro desse projeto também? Pronto, está sendo o quadrante, quadrante está começando agora nós nós vamos trabalhar a a o gerenciamento do do projeto. Eh, é um prazer participar num projeto. É um projeto realmente diferenciador. E sim, eh, o túnel Imerso nunca foi construído no Brasil, mas já foi construído em outros lugares. tem particularidades técnicas, tem particularidades operacionais, realmente do Porto Santos, mas é um projeto que técnico e que a gente precisa enxergar um pouco o que é que é o diferencial. O o o diferencial do túnel imerso é que,
como você falou, as é um túnel que fica sobre o canal, ou seja, sobre o leito do canal. ele é imerso. Então, as duelas pré-fabricadas, elas são fabricadas e transportadas para a posição. Elas são flutuadas até à posição e são afundadas até o leite. Então, imagina a dificuldade que é nós precisamos ser milimétricos nesse nessa posicionamento das das aduelas. Nós precisamos que estaquidade das aduelas seja realmente ímpar. Nós precisamos que a fórmula do do concreto, o uso do concreto, a fabricação das aduelas seja ímpar. Então, ele torna-se um projeto quase industrial, OK? e que nós temos outros projetos na empresa que têm o mesmo nível de complexidade por serem industriais, por permitirem essa eh permitirem essa essa previsão técnica e também, principalmente de terem essa ah um pouco de interação com a operacionalidade. OK? Como é que nós como é que nós prevemos tudo isso? através de inovação, novamente, através de capacitação técnica dos nossos profissionais, através de ter especialistas preparados realmente para trabalhar todas essas todas essas esses KP, esses fatores externos, porque, por exemplo, nós também temos a questão de alterações climáticas. Nós alterações climáticas não, mas o o a questão climática mesmo,
ou seja, vento, chuva, posicionamento das aduelas, algo, navegabilidade, onda, corrente, algo tem que ser previsto num projeto desses também. Depois tem toda a questão de Guarujá Santos, ou seja, toda eh chegada e saída do túnel, emboque do túnel nas cidades, acaba sendo uma obra h uma obra que também tem uma voltória e e que precisa, não é só o túnel em si, precisa realmente ter experiência técnica e especialidade técnica no no assunto, mas que a quadrante e a motengil tá preparada para para enfrentar. Assim, indo de portos para aeroportos, né, a quadrante tá atuando em vários projetos de reforma de aeroportos no Brasil. Legal. Como que são os desafios de de mexer em aeroportos grande com muita movimentação que não podem ser parados às vezes nem à noite para fazer os reparos? É operacionalização da obra realmente é um é um é quase uma uma um outsourcing e uma tarefa logística. O projeto em si, ele acaba prevendo isso na construtibilidade. E nós hoje escutamos muito a questão do BIM, a questão de inovação em termos de projeto e o BIM através de várias tecnologias que tem dentro do BIM, de vários princípios dentro do BIM, permite prever o fazeamento construtivo de cada projeto
quando realmente está em construção. Então nós no nosso modelo e no nosso nosso projeto acabamos prevendo todas as fases do projeto e não só um projeto como um todo. Então o projeto é feito realmente para prever essa operacionalização de aeroportos, de data centers, de hospitais que são todos missão crítica, né? Hum. Ô Pedro, eh dentro dessa dessa questão de contratos, né? Você citou aí a preocupação dos investidores com relação aos CAPEX, né? assertividade no CAPEX pra modelagem dos contratos, né? No estado de São Paulo a gente tem alguns contratos, né, em outros estados também, mas contratos mais antigos, dos quais eh o CAPEX já foi, o compromisso contratual de CAPEX já aconteceu. Eh, e existem eh necessidades de capacidade, né? Eh, a gente tava comentando aqui, né, de de aditivos contratuais. Vocês também têm participado? Tem algum exemplo de algum projeto de estudo de necessidade? adicional ao contrato. Como que vocês vêm essa negociação eh eh e necessidade, né? O usuário precisa de mais capacidade, uma melhoria viária, eh, ou aeroportuária? Eh, como que vocês
tratam isso a nível de projeto? Vocês têm essa visão estratégica também durante o período de OPEX do que fazer para melhorar eh pontos e gargalos que não foram previstos no contrato? Sim, sim, realmente estamos vendo cada vez mais isso, ou seja, a demanda ela acaba acaba acaba mudando ao longo do processo. Então, então realmente nós estamos vendo vários adjetivos contratuais, vários vários vários extrapers, várias várias movimentações concessionários já existem trazendo realmente necessidades novas a partir da concessionária e até a partir a partir do das próprias instituições. Então, a quadrante acaba também sendo sendo chamada para fazer todo esse tipo de estudo e projetos também. Eu vejo isso como como uma necessidade. Nós no final temos que realmente operacionalizar todos os ativos para para o usuário. O usuário tem que ser sempre a ponta final, tem que ser sempre o o o a nossa preocupação. E eu vejo, nós temos visto também, Maurício, no mercado, algumas repactuações no nos próprios editais e e eu vejo repactuação como a maturidade do sistema. OK? Eu acho ótimo que tenha tido repactuação. Eu acho ótimo que estejamos vivendo isso
também, porque isso mostra também hum que o que o sistema tá preparado para lidar com imprevisíveis, com mudanças, com o que é que seja. Isso dá confiança ao investidor e é que nós precisamos no final que vem investidores, vem mais investidores. Então assim, nós acabamos participando. A engenharia faz um papel fundamental realmente em em confirmar, em checar, em em operacionalizar e trazer segurança a a realmente a a mudança que e que traz para o usuário. Pedro, aproveitando que a gente tá falando de rodovia, eh, a gente falou do desafio do porto, desafio de obras em aeroports e também vocês participam do projeto do lote para Paranapanema. Qual que é o desafio de promover ali as melhorias, uma rodovia já existente e também outras outros projetos de rodovia que você possa contar que vocês também estão estão participando? Sim, nós nós nós fazemos eh vários estudos para leilão, estudos de viabilidade para concessionários fundos, como já como já falamos, o Paranema que o que o Pátrio acabou vencendo é um deles. Nós fizemos assessoria técnica para o pátria e agora
vamos participar no no projeto também, eh, com certeza. E a engenharia traz realmente um [risadas] os o projeto que sai, a estimativa de capex, ele é feito com base hum no na informação que tá disponível no momento. Quando nós vamos fazer o estudo para leelão, nós temos um pouco mais de tempo para realmente investigarmos condições de campo, condições geotécnicas, topografia, condição atual da rodovia, FWDs, IR, pavimento, como é que está a conservação do pavimento hoje, que nos permite ter uma assertividade maior na definição do CAPEX, nessa segurança em relação àquilo que vai ser realmente a execução e e do das melhorias e da e da manutenção da da concensão em si, que podem ser de 20 ou de 30 anos. OK? Então, hã, essa essa essa participação da engenharia e participação da quadrante, esse diferencial de trazer soluções internacionais, soluções diferenciadas, permite que os nossos competidores tenham mais competitividade e façam e façam o leilão acontecer realmente, porque no final e o leilão acontecer, pô, os ativos em prática, pô, o usuário usando com segurança, com inovação, com operação mais previsível e e é e esse é
o grande papel de engenharia nesses processos. Nós nós fazemos vários fizemos vários processos no Brasil. temos muitos um rate bem de bem bastante sucesso com várias concessionárias aqui no Brasil, hum, grandes e que e operacionalizar tudo isso para nós que somos de engenharia é realmente o o sonho do engenheiro, realmente fazer acontecer o que você estudou na fase preleilão e e entregar isso para o usuário. Então, então, h, a engenharia traz esse papel de de de garantir a execução, de garantir a usabilidade, de garantir a segurança do usuário na rola vi. Pedro, você acha que em que estágio o Brasil tá nessa implementação de data centers? Hoje a gente vê muitos muitos estados, né, principalmente Rio Grande do Sul tem um projeto no Nordeste, Rio de Janeiro. Você acha que eh a gente tá caminhando ainda engateando? Estamos ainda caminhando, né? Essa é essa é realmente a a palav a frase certa. Nós precisamos realmente de fazer acontecer. Agora o Brasil se torna, ou seja, a IA e a cloud e o processamento de dados está realmente aumentando a demanda por por processamento de dados e nós precisamos estar na ponta. Nós nós
não não podemos continuar caminhando, nós podemos realmente precisamos realmente executar para não perdermos um pouco o trem, a necessidade e o investimento externo que está vindo para o Brasil. E e e e o foco tem que ser realmente em trazer mais regulação, em trazer mais incentivos, porque nós sentimos o que nós hoje estamos vindo sentindo no mercado de infraestrutura, o mercado de data centar muito no início. Então nós precisamos realmente trazer um uma regulação mais madura para o mercado para não perdermos o a onda de de a basicamente. Pedro, eu queria te perguntar sobre assim eh muitas cidades do Brasil estão disputando data centers, né? Rio de Janeiro, Porto Alegre, como o André falou, o que que uma cidade pode fazer, talvez, para se tornar mais atrativa para esse mercado? Sim, [limpando a garganta] nós o o eu acho que essa essa competição entre cidades acho que não deve ser muito bem bem recebida. Nós temos que enxergar o nosso país como o foco, né? Como nós queremos ser uma referência, nós queremos estar na vanguarda de de toda a tecnologia, toda a inovação que tá que tá vindo, que nó estamos sentindo no mundo e não podemos não podemos perder para outros países da América Latina, basicamente. Então, o que é que o que é que as cidades podem fazer? Segurança, segurança jurídica,
segurança regulamentar, segurança a nível de incentivos e a nível de financiamento para investidores externos, para que realmente, independentemente da cidade, venham venham os projetos para cá. os os nós sentimos no data center que os hypersales que os grandes clientes são internacionais e eles precisam de sentir essa segurança. Então os investidores externos eles precisam de sentir no Brasil como um porto seguro para realmente trazerem os seus dados para cá e e novamente quadrando por trabalhar com essas empresas lá fora e também ter atividade aqui no Brasil acaba tendo um papel fundamental nessa passagem de confiança. Então nós como engenharia estamos sentindo a dor dos nossos clientes, que realmente essa necessidade de termos mais leis, mais proteção para o investidor para que isso possa acontecer aqui no nosso país também. Ô Pedro, você comentou de intercâmbio de profissionais, né? A gente tem comentado essa preocupação com relação à falta de mão de obra para performar o que tem de projeto e de capex a ser feito no Brasil. Esse intercâmbio eh traz também a possibilidade de trazer profissionais de foras, engenheiros de fora dentro de um grupo internacional para fazer e desenvolver projetos no Brasil. Caso vocês utilizem esse tipo de de estratégia, como fazer e adaptar eles à
realidade brasileira, à normas brasileiras, aos parâmetros brasileiros. E até acrescentando, né, você falou de desse intercâmbio, quais são as principais diferenças aí? Mais uma curiosidade entre a engenharia de algum país que você pode usar de exemplo Portugal e a brasileira. E aí a dificuldade talvez de adaptação. Sim. É [roncando] uma excelente pergunta, Maurício. Nós nós realmente estamos fazendo isso. Nós estamos agora iniciando um projeto de saneamento aqui no Brasil e e é um projeto grande e que nós precisávamos no incremento de mão de obra. Então nós temos uma equipe hoje de infraestruturas hidráulicas no nosso escritório em São Paulo que veio veio de fora para trabalhar esse projeto. OK? Então não só de cá para lá, nós trazemos de de lá para cá também. E realmente isso traz isso traz pessoas que têm outro tipo de vivência, outro tipo de experiências, outra outro tipo de execução e que trazem e que fazendo um pouco de trabalho de equipe com as nossas equipes locais acaba trazendo um mix muito interessante para o projeto e é realmente o propósito. Eu vou-te dar um exemplo muito engraçado, hum, André, que é tem a ver com nós fazemos infraestrutura predial também e elétrica
predial é totalmente diferente entre Europa e e Brasil. A forma como se faz projeto de eletricidade predial é totalmente diferente, nada a ver. arquitetura é totalmente diferente, porque a nossa percepção e de de espaço, porque quando a gente faz engenharia e arquitetura no prédio, ou seja, acabou não falando sobre isso, a nossa perceção de espaço físico, de ergonomia, de interiores é completamente diferente da perceção da cultura que tem outros países. Então existem, nós acreditamos o quê? Existem especialidades de intra engenharia que são mais internacionais, existem especialidades de intra engenharia que são completamente diferentes. Isso falei em termos de execução. Depois em termos de normas as normas acabam se baseando muito umas nas outras. Mas nós temos, por exemplo, eu cuido na quadrante cuid do Brasil e do Chile. O Chile tem um sismo, uma atividade sísmica muito relevante. Então, a norma sísmica no Chile é completamente diferente. Aliás, é uma é uma das normas sísmicas mais intensas e mais e mais exigentes em relação às estruturas do mundo. Então, existe uma diferença em termos de realmente do do da vivência do país, das ações, daquilo que é daquilo que é são as necessidades locais que nós precisamos de aprender todos. A quadrante teve envolvida, a gente
falou muito do que vocês estão fazendo agora, queria dar um um voltar pro passado, mas a gente tem envolvido em projetos tanto ligados à Copa de 2014 quanto a Copa de 2016. Quais foram o aprendizado e o quanto esses grande esses grandes eventos, né, eles trazem avanço paraa infraestrutura de uma cidade, de um estado, mas também ao mesmo tempo com a pressa de entrega. Eh, como [limpando a garganta] isso pode atrapalhar eh todo o processo desde da da concepção até a própria execução, certo? Certo. Sim, foram foram momentos realmente no Brasil muito muito interessantes, tal como o que nós estamos vivendo agora. Eu acho que a inovação no mundo, seja na engenharia, seja onde for, ela vem um pouco na necessidade. Nós quando temos uma necessidade, nós procuramos resolver essa necessidade e às vezes a às vezes não, a inovação acaba sendo muito mais explorada pela necessidade que nós estamos vivendo. A pressão de executar acaba trazendo essa inovação. obviamente traz outras questões, outros pontos negativos, mas eu vejo o o e o aumento de capidade de execução como um um incentivo bom para nós crescermos, para
nós evoluirmos, para nós participarmos. A Contante Sim teve envolvida na Copa 2014, nas Olimpíadas. Nós estamos no Brasil há 14 anos. Nós trabalhamos muito com Vale, ah, que faz 14 anos que trabalhamos com Vale, principalmente, fazemos com eles rodovias, ferrovias, conflitos urbanos. Trabalhamos muitos projetos com eles. Isso mostra um pouco da longevidade da quadrante, da qualidade do processo da quadrante, da do daquilo que nós estamos entregando para o país. Me orgulha muito entender que nós estamos participando nos projetos no nos projetos mais estruturantes que tem para o Brasil. Isso é realmente um prazer para nós. E os acionistas da Quadrante vem o Brasil realmente sempre viram o Brasil como um grande potencial. Só para te dar uma ideia, Rafael e e André, em 2014, o faturamento global da do faturamento global da quadrante, o Brasil representava 70%. Então o Brasil nessa altura que você falou, que você mencionou foi muito importante realmente para a estrutura da Quadrante. Isso ajudou muito na, ou seja, o que é que isso quer dizer? Que 70% das pessoas da Quadrantes no mundo estavam trabalhando para o Brasil. Então, realmente nós aprendemos a trabalhar as normas do Brasil, a forma de executar, isso tornou a quadrante muito mais preparada para aquilo que tá infenciando. Hoje nós temos 150 pessoas,
várias áreas, somos uma empresa local que temos escritórios em três em três cidades do país. Então assim, hoje todo essa participação, toda essa pressão, toda essa essa iniciativa que aconteceu, trouxe só coisas boas para quadrando, só momentos bons que nos permite realmente hoje ter estar vivenciando esse momento que nós estamos vivendo da infraestrutura. Assim, a na área internacional, né? Você também comanda operação da quadrante do Chile, certo? Como você vê a perspectiva para outros países da América Latina em termos de engenharia de projetos? Tem saída muita coisa em outros países aqui da região também? Sim, também o Chile, o Chile está vivendo também um um tem um programa de concessões rodoviárias interessantes também tá tendo muito investimento em energia. O Chile é um é obviamente um país que vive de amineração, um pouco como o Brasil também. Ele tem ele tem uma matriz um pouco um pouco que se pode equiparar e por isso e por isso nós dividimos a quadrantes, nós dividimos em mercados geográficos. Eu do Brasília e do Chile. Hum, o outro outro mercado chama-se H Latã. E nós estamos no Equador, no Peru, no Panamá, na Colômbia e no México. México e Peru nós estamos sentindo, sentindo e vivenciando e participando em vários projetos Rodófroviários, eh, que realmente estão extrapulando a
América Latina para o mundo quadrante. A América Latina está se tornando realmente um dos maiores polos de produção, polos de atividade para o grupo quadrante. Pedro, eh, a gente tava comentando um pouco antes, né, sobre essa montanha russa que foi, eh, os investimentos em infraestrutura no Brasil, né? Você acabou de citar 2014, que foi um dos principais picos de de de percentual de faturamento do grupo no Brasil. Depois nós tivemos uma queda, né? Como garantir, no seu ponto de vista, eh, projetos estruturantes que garantam que a gente aproveite esse momento de pico de capex, de formação de time, de capacidade de projetar. Uhum. capacidade de executar para manter isso ao longo de algumas décadas pela frente. Qual que é a sua visão com relação a isso? Uma pergunta maravilhosa, Maurício. Mas tem duas questões. Ou seja, nós para passarmos o para passarmos o esses picos, nós nós temos realmente ter projetos mais com mais garantias públicas, com mais com que permita realmente às concessionárias continuar a manter o seu capex, continuar mantendo os seus ativos para que nós possamos continuar fazendo o projeto, vamos falar assim. E um dos grandes incentivos para quadrantes, para grupo quadrantes, realmente ser uma
empresa multinacional e dar essas experiências às pessoas de trabalhar em outros países e mais do que trabalhar em outros países, trabalhar juntas, as equipes trabalharem juntas daqui com lá, de lá com cá, é exatamente para passar por isso, porque o mundo vive ondas, mas ele não necessariamente vive ondas ao mesmo tempo. [roncando] Então, se nós estamos vivendo algum tipo de crise no Brasil, as equipes podem trabalhar necessariamente podem trabalhar obviamente para fora, porque eles já sabem trabalhar para fora, já passaram por essa experiência, já tiveram essa experiência. Então nós nós nós temos na quadrante, nós nos organizamos por por transversalmente por e setores, nós chamamos setores que que é o tal mobilidade, energia e sustentável. na mobilidade, as mesmas equipes que nós temos aqui de geotecnia, de vias, de drenagem, de estruturas especiais, pontos, viadutos, elas existem em outros países e são formadas da mesma forma e trabalham com os mesmos softwares e trabalham com a mesma tecnologia e e ou seja, se um dia precisarem, se um dia se precisarem trabalhar juntos, eles estão preparados para trabalhar junto em termos de infraestrutura, de processo de software e de forma de fazer. e também já se conhecem porque já trabalharam juntos no passado. Então a nossa forma de não perder as pessoas, porque para uma empresa de engenharia, uma empresa de engenharia, o maior ativo são as
pessoas. Nós não podemos perder as pessoas, nós não podemos viver ondas na engenharia, porque a engenharia é capacidade técnica, é capacidade, é experiência técnica. aquilo que tu viveste, as soluções que tu projetaste, te fazem ser um profissional mais preparado. Se nós vivemos ondas e e reestruturamos empresas de engenharia ao longo do tempo, como aconteceu no passado, em 2016, 2017, talvez até 2018, nós acabamos perdendo a capacidade técnica e não pode acontecer isso. A gente tem que manter as pessoas, tornar o nosso mercado atrativo, tornar o nosso mercado trendy para que e trendy significa estabilidade ou necessita de estabilidade e essa estabilidade que a quadrante quer dar a nossas pessoas. Eh, Pedro, falando muito de pessoas nessa conversa, né? Enfim, que conselhos você daria para quem quer entrar nessa área, quem pensa estudar engenharia e para e trabalhar na área de infraestrutura? Olha, infraestrutura para mim é paixão, então vai ser muito fácil. Nós nós colocamos em prática, em execução, aquilo que nós usamos, nós pessoas, aquilo que nos dá segurança, aquilo que nos permite viajar. vias de comunicação, que como nós chamamos rodovias, elas trazem investimento para o lugar. Ou seja, você fazer uma rodovia de uma cidade para a outra, ela vai abrir um
monte de negócios entre entre as duas cidades. Então, participar disso, colocar isso em prática, dar essa chance às pessoas é realmente o que move engenheiro e aquilo e aquilo que nos faz querer executar. Então, se se é uma pessoa que que h a execução, que a solidez, que a maturidade dos nossos dos daquilo que nós usamos no dia a dia te faz feliz e o lugar certo é é infraestrutura. Pedro, a gente tá caminhando pro fim da nossa conversa. Eh, conversa boa, tempo passa rápido. Não parece que a gente tá aqui há bastante tempo, mas estamos já. Eh, tenho uma pergunta final para você. Eh, o quanto que a E aí assim o que você pode abrir, né? Em quantos projetos a Quadrante está hoje, né? Não necessariamente nominando eles, né? A gente sabe que por questões que contratuais não não alguns não, você não pode abrir. Eh, e o quanto vocês cresceram nos últimos tr anos e qual que é a projeção pros próximos anos, principalmente com a infraestrutura cada vez mais aquecida? Boa, boa. Cadrante tá em mais aqui no Brasil tá em mais de 50 projetos. São realmente muitos. Como disse, são 150 pessoas. O crescimento dos últimos anos
tem sido mais ou menos uma média de 50% ao ano. Então é muito muito h intensivo e isso demanda muita inovação, demanda muita agilidade, pessoas qualificadas, demanda realmente dar essa experiência às pessoas, como nós já falamos aqui. E a projeção para os próximos anos já é de continuar continuar crescendo. Nós estamos vendo o mercado com 400 bi de investimento de previsão, 13 leilões em 2026 rodovias, leilões ferroviários sendo priorizados agora, muito bacanas, nem falamos sobre isso, mas temos Fiol, Fico, Transnordestina, ah, Fico que a Quadrante participou no projeto. Então assim, nós estamos enxergando, nós Quadrante Brasil e os acionistas da Quadrante estão enxergando o Brasil com o potencial de continuar crescendo ao mesmo ritmo, OK? para os próximos anos, nossa projeção é realmente continuar crescendo ao mesmo ritmo e estamos nos preparando para isso. Ô Pedro, eh nós que trabalhamos com infraestrutura, sabemos que o nosso dia a dia, às vezes, o que a gente tá fazendo hoje, a gente só vai ver o resultado daqui a um anos à frente ou às vezes até décadas à frente. Eh, o que que eh você à frente do grupo quadrante espera deixar como legado pro Brasil? É
exatamente aquilo que a gente falou antes. O Brasil em termos de infraestrutura é quase uma tela em branco. Então, então se colocando um pouco na na parte no lugar do artista participar desses processos, deixar esse legado para as pessoas, porque um um projeto de mobilidade, isso e nós também estamos participando em projetos de metrô, o projeto de metrô ele traz uma melhoria direta para para a vida das pessoas. conforto, conforto traz traz eh nós a média de das pessoas que vão para o escritório da quadrantes mais ou menos 1 hora de deslocamento, tornar essa 1 hora 30 minutos traz uma qualidade de vida para as nossas pessoas enorme. Então estar participando nesses projetos, estar vivenciando toda essa mudança, estar no olho do furacão é realmente o que é mais mais prazeroso e aquilo que a gente tem que continuar fazendo. Legal. Ótimo. Queria agradecer o Rafael pela participação e você que nos acompanha verá o Rafael mais vezes aqui no Infra. Obrigado pelo convite, André. Uma honra tá aqui. Agradecer Maurício mais uma vez, parceiro de sempre. Prazer, André. Até a próxima. Agradecer Pedro. Foi ótima conversa. Desejo muita sorte e muitos projetos
para quadrante. Exato. Não, eu, foi um prazer estar aqui. Obrigado, Rafael. Obrigado, André. Maurício. Sempre um prazer te reencontrar. Foi muito prazeroso, realmente estar aqui. Foi muito prazeroso falar um pouco sobre o movimento da quadrante, sobre aquilo que nós estamos vivenciando, sobre os projetos desafiantes que nós estamos aqui e que venham muito mais iniciativas como essa que vocês têm aqui, nós falarmos sobre mobilidade, tornarmos a mobilidade trendy, tornarmos a mobilidade como algo que atrai talentos e trai pessoas para nossa paraa nossa atividade. Muito obrigado a todos e agradecer você que nos acompanhou até aqui. Siga a no YouTube, acesse nossa site e a nossa e editoria dedicada à infraestrutura. [música] Nos acompanhe para ficar sempre por dentro dos próximos episódios do Exame Infra. Até mais. [música]