Estas páginas ainda aguardam foto própria de cada ensaio — por isso aparecem aqui, na página 2, com fotos da sede da Suporte no lugar da imagem específica.
Coeficiente de permeabilidade (k) de solos argilosos e silto-argilosos de baixa permeabilidade, essencial para o dimensionamento de núcleos impermeáveis e camadas de vedação.
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Coeficiente de permeabilidade (k) de solos granulares de alta permeabilidade, para o dimensionamento de filtros, drenos e camadas de transição.
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Teor de matéria orgânica do solo pelo método de perda de massa por ignição, indicador de adequação à estabilização química e de risco de recalque em solos orgânicos.
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Os dois extremos do estado de compacidade de uma areia, usados para calcular a compacidade relativa em campo e avaliar o potencial de liquefação.
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Triagem rápida e de baixo custo para selecionar solos propícios à estabilização com cimento e estimar o teor mínimo antes da confirmação por ensaios de resistência.
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Acidez trocável do solo por titulação, leitura preliminar do comportamento ácido-base do material em estudos de estabilização.
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Triagem rápida e de baixo custo da dispersividade de um solo argiloso, complementar ao Pinhole Test, para seleção preliminar de materiais de barragens de terra.
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Susceptibilidade de um solo argiloso à erosão interna, percolando água por um furo cônico axial no corpo de prova, para seleção de materiais de barragens de terra.
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O "ensaio brasileiro" de Lobo Carneiro, aplicado a misturas asfálticas, solos estabilizados quimicamente e concreto, cada um com sua norma própria.
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Módulo de elasticidade do concreto endurecido, exigido pela NBR 6118 para o cálculo de deformações, flechas e rigidez de elementos estruturais.
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Tenacidade do agregado sob impacto repetido, avaliação obrigatória de britas para lastro ferroviário frente à ação mecânica da socaria.
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Ensaio clássico de desgaste de agregados, simulando a degradação por atrito e impacto que o material sofre em serviço.
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Ensaio de sanidade que avalia a resistência do agregado ao intemperismo, por ciclos acelerados de ataque químico com sulfato de sódio ou de magnésio.
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Exame macroscópico e microscópico da composição mineralógica de rocha ou agregado, identificando constituintes potencialmente deletérios.
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Densidade do material sólido e absorção de água de agregado miúdo e graúdo, parâmetros fundamentais para a dosagem de concreto.
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Índices físicos de uma rocha ou matacão, usados como indicador indireto de qualidade e sanidade frente ao intemperismo.
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Contaminação do agregado por torrões de argila e material friável, grãos de baixa resistência que prejudicam a resistência do concreto.
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Classificação da forma das partículas do agregado graúdo, identificando material lamelar ou alongado que prejudica o intertravamento da mistura.
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Permanência do ligante asfáltico sobre o agregado após imersão em água, prevendo em laboratório o risco de descolamento (stripping) em campo.
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Percentual de material fino aderido ao agregado, avaliando sua limpeza para uso em misturas asfálticas e concreto.
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Presença de impurezas orgânicas em agregado miúdo por método colorimétrico, critério de aceitação de areia para concreto.
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Massa do agregado por unidade de volume no estado solto, sem compactação, dado essencial para transporte, armazenamento e dosagem por volume.
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Técnica analítica instrumental que identifica argilominerais expansivos e minerais deletérios que a análise óptica isolada não resolve.
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